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John Lawton (URIAH HEEP, LUCIFER’S FRIEND): Todos os shows confirmados no Brasil

fevereiro 10, 2009

 Vejam abaixo as informações completas sobre os shows de John Lawton (URIAH HEEP, LUCIFER’S FRIEND) no Brasil.

*** São Paulo ***
Data: 12 de fevereiro (quinta-feira)
Local: Blackmore Rock Bar
Endereço: Al. dos Maracatins, 1.317, Moema – São Paulo, SP
Horário: 20h
Abertura da casa: 19h
Abertura: banda Jack Flash (tributo a Rolling Stones)
Show principal: Pontualmente às 22h
Ingressos: R$ 50 (antecipado) e R$ 60 (na hora) – Serão vendidos apenas 350 ingressos numerados.
Ingressos antecipados à venda na Die Hard (Galeria do Rock/SP), fone: (11) 3331-3978
Informações: (11) 5041-9340; (21) 9858-1699
Estacionamento: valet service na porta (R$ 10)
Website: http://www.blackmore.com.br

*** Fortaleza ***
Data: 14 de fevereiro (sábado)
Local: Hey Ho Rock Bar
Endereço: Rua José Avelino, 604 – Fortaleza, CE
Horário: 21h
Abertura: banda Joseph K?
Ingressos: R$ 35
Ingressos antecipados à venda na Planet CDs (aceita VISA) e banca Cantinho do Iguatemi (calçada do shopping)
Informações: (85) 3253-3981 e (85) 9402-3362
Website: http://www.cearainrock.com
Comunidade Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=54087964

*** Rio de Janeiro ***
Data: 15 de fevereiro (domingo)
Local: Espaço Marun
Endereço: Rua do Catete, 124, Catete – Rio de Janeiro, RJ
(próximo à Estação Catete do Metrô, saída Silveira Martins)
Tel.: (21) 2558-3431
Horário: 20h
Abertura da casa: 19h
Ingressos: R$ 50 (antecipado) e R$ 60 (na hora)
Ingressos antecipados à venda na Scheherazade (Tijuca) – tel.: (21) 2569-1250; Sempre Música (Catete) – tel.: (21) 2265-6910; Sempre Música (Ipanema) – tel.: (21) 2523-9405;
Halley Discos (Flamengo) – tel.: (21) 2551-1697
Informações: (21) 9858-1699 ou scelza.f@terra.com.br

*** Brasília ***
Data: 16 de fevereiro (segunda-feira)
Local: Teatro dos Bancários
Endereço: EQS 314/315 – Bloco A – Asa Sul – Brasília, DF
Horário: 21h
Abertura: banda Desce A Heepa
Ingressos: antecipados, R$ 40 (meia-entrada) – Serão vendidos apenas 400 ingressos.
Ingressos antecipados à venda na Contato 310sul, GTR 111sul, Berlin Discos Conic.
Informações: (61) 9161-5656

O lendário vocalista inglês John Lawton irá se apresentar no Brasil agora em fevereiro de 2009, pela primeira vez em sua longa carreira, que já soma mais de 45 anos. Tendo feito parte nos anos 70 de bandas históricas como o URIAH HEEP, que ajudou a definir os caminhos do hard rock inglês (e depois, do heavy metal) junto a DEEP PURPLE, Led Zeppelin e BLACK SABBATH, e também do LUCIFER’S FRIEND, que teve papel fundamental no cultuado movimento alemão denominado “krautrock”, Lawton tem um currículo musical extenso que inclui ainda a participação de projetos como “The Butterfly Ball” (liderado por Roger Glover, do Purple), assim como da banda gospel LES HUMPHRIES SINGERS.

Para as apresentações brasileiras o vocalista preparou um repertório que inclui clássicos do URIAH HEEP, como “July Morning”, “Free Me” e “Easy Livin'”, e do LUCIFER’S FRIEND, a exemplo de “Ride The Sky” e “Burning Ships”, além de vários temas de sua carreira solo.

John Lawton fez parte do grupo inglês URIAH HEEP entre os anos de 1976 e 1979, tendo gravado três discos com a banda, Firefly (1977), Innocent Victim (1977) e Fallen Angel (1978). Em 1986, foi lançado ainda o álbum ao vivo “Live in Europe 1979”. Já com os alemães do LUCIFER’S FRIEND, o vocalista deixou gravados nove álbuns em suas duas passagens pela banda, de 1969 a 1976 e de 1979 a 1995. Ao longo de quase 45 anos de carreira, Lawton também já participou de projetos como The Butterfly Ball, de Roger Glover, com o qual se apresentou com nomes como Ian Gillan, Glenn Hughes e David Coverdale. No momento, seu principal projeto chama-se OTR, que ele mantém junto com o guitarrista holandês Jan Dumée, ex-FOCUS, e que lançou no ano passado o álbum “Mamonama”. Do OTR, por sinal, participam também 3 músicos brasileiros: Ney Conceição (baixo), Marvio Ciribelli (teclados) e Xande Figueiredo (bateria).

Fonte: Whiplash

 

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Deep Purple em Março na Via Funchal

janeiro 17, 2009
 interna509 Inglaterra. Fevereiro de 1968. Foi o local e a data da criação de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos: Deep Purple. Como toda boa banda de cabeludos, qualquer tipo de rótulo era rejeitado. Não adiantou! Eles foram considerados, simplesmente, um dos criadoras do heavy metal e hard rock.

Achou pouco? Os caras mudaram de formação algumas vezes e a legião de fãs não se decepcionou. Não é à toa que quase 40 anos depois a banda sai em turnê e arrasta multidões, lotando casas de shows e estádios.

Esse troca-troca de músicos, entre eles os mais talentosos do rock, resultou na marca registrada do grupo: a mistura de guitarra e teclado, com riffs simples, fortes e solos rigorosos. Para conferir isso e muito mais de perto, corra até o Via Funchal. Serãoapenas duas apresentações, dias 6 e 7 de março.

A atual formação do grupo britânico se mantém desde 2001, e inclui Ian Gillan (vocal), Roger Glover (baixo), Steve Morse (guitarra), Don Airey (teclados) e Ian Paice (bateria), sendo que este último é o único a se manter desde o início, em 1968, quando foi lançado o álbum Shades Of Deep Purple.

Esta será a nona passagem do quinteto pelo Brasil, um dos países nos quais mantém seu maior público fora do mercado roqueiro dos EUA e da Europa. Se seus clássicos são cultuados, os discos mais recentes – como Bananas (2003) e Rapture Of The Deep (2005) – arrancam muitos elogios por parte dos fãs e da crítica especializada. Só conferir…

Fonte: Guia SP

 

B-52’s em Março no Brasil

janeiro 5, 2009

funplex

Segurem as perucas porque a banda B-52’s vem ao Brasil em março. Sim, além do Iron Maiden, do Radiohead, agora é a vez dos americanos desembarcarem no país no ano que vem.

O B-52’s traz ao país a turnê do último álbum “Funplex”, lançado após a volta do grupo, em março deste ano. O grupo se apresenta no dia 21 de março no Rio de Janeiro e no dia 22 em São Paulo. O preço dos ingressos ainda não foi divulgado.

Esta será a terceira passagem dos reis da new wave pelo Brasil, que fizeram seu primeiro show no Rock in Rio, em 1985.

Dia 21 e março de 2009
Citibank Hall – Av.Ayrton Senna, 3000 – Cj. 1005 – Barra da Tijuca
Informações: http://www.citibakhall.com.br

São Paulo
Dia 22 de março de 2009
Credicard Hall – Av. Nações Unidas, 17955 – Santo Amaro
Informações: http://www.ticketmaster.com.br/

 

DVD: RUSH – SNAKES AND ARROWS

dezembro 21, 2008
RUSH – SNAKES AND ARROWS LIVE – (DVD TRIPLO)
   

  LANÇAMENTO

Título Original: Rush – Snakes and Arrows Live – Holanda 2007

Atores: Rush

Sinopse: Filmado em Roterdã na turnê de 2007 do álbum “Snake and Arrows”, este DVD captura o Rush em seus melhores momentos frente a uma efervescente platéia holandesa. O Rush é uma das banda de maior êxito do rock de todos os tempos, com vendas mundiais de disco em torno de 40 milhões de unidades e com uma formação inalterada desde 1974. “Snake and Arrows” foi o primeiro álbum com material novo em 5 anos, e foi tanto acalmado pela crítica, como teve sucesso nas vendas, chegando a 3º lugar nos EUA e no Canadá, e 13º no Reino Unido. A turnê atravessou o mundo e finalmente terminou em agosto de 2008. Agora este DVD oferece uma lembrança permanente de um show inesquecível, que foi o “Snake and Ladders Live”.

Disco 1
1) Limelight
2) Digital Man
3) Entre Nous
4) Mission
5) Freewill
6) The Main Monkey Business
7) The Larger Bowl
8) Secret Touch
9) Circumstances
10) Between The Wheels
11) Dreamline

Disco 2
1) Far Cry
2) Workin’ Them Angels
3) Armor And Sword
4) Spindrift
5) The Way The Wind Blows
6) Subdivisions
7) Natural Science
8) Witch Hunt
9) Malignant Narcissism / De Slagwerker
10) Hope
11) Distant Early Warning
12) The Spirit Of Radio
13) Tom Sawyer
14) One Little Victory
15) A Passage To Bangkok
16) YYZ

Disco 3
Oh Atlanta! The Authorized Bootlegs:
1) Ghost Of A Chance
2) Red Barchetta
3) The Trees
4) 2112

EXTRAS CÓDIGO REGIONAL
Menu Interativo
Seleção de Cenas
What’s That Smell com Jerry Stiller – a vignette
2007 Tour Outtakes
What’s That Smell Outtakes (hidden Easter Egg)
Far Cry (alternate cut)
The Way The Wind Blows (alternate cut)
Red Sector A (from The R30 Tour).
REG. 4
VÍDEO  
NF  
ÁUDIO  
Inglês: Dolby Digital  
LEGENDAS GÊNERO
NF PopRock
ANO DE PRODUÇÃO ESTÚDIO
2008 ST2
DURAÇÃO DATA LANÇAMENTO
222 minutos 16/12/2008
. REG.4:
Este DVD somente poderá ser reproduzido em aparelhos para a região 4 (Brasil – América Latina).

Radiohead traz Kraftwerk como convidado especial ao Brasil

dezembro 20, 2008
   
 
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Foto: Reprodução
 
A turnê do Radiohead pela América Latina terá como banda de abertura os alemães do Kraftwerk. O Radiohead confirmou a informação em seu site oficial após muita especulação. Alguns sites internacionais chegaram a publicar que existia a possibilidade do Sigur Rós ser a banda de abertura da turnê pelo continente.

Considerado precursor da música eletrônica, o Kraftwerk volta ao Brasil após cinco anos. As apresentações do Radiohead e Kraftwerk estão agendadas para os dias 20 e 22 de março. A primeira apresentação será na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro. Na capital paulista o show será na Chácara do Jóquei. Ainda há ingressos disponíveis para as duas apresentações.

Os shows do Radiohead e Kraftwerk no Brasil farão parte do festival Just a Fest. Outras atrações podem ser anunciadas em breve.

20/03/2009 – Rio de Janeiro/RJ
Praça da Apoteose
Classificação etária: 16 anos
Ingressos: R$ 200,00 e R$ 100,00 (meia)
Informações: 21 3035-7621 / www.ingresso.com

22/03/2009 – São Paulo/SP
Chácara do Jóquei
Classificação etária: 16 anos
Ingressos: R$ 200,00 e R$ 100,00 (meia)
Informações: 21 3035-7621 / www.ingresso.com

Rock on line

Madonna no Brasil: Mesmo com furtos e proibições, câmeras marcam presença em show

dezembro 20, 2008

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Por volta das 20h30 desta quinta-feira, cerca de 67 mil pessoas estavam no Morumbi à espera do primeiro show da rainha do pop, Madonna, na cidade de São Paulo após 15 anos. Quem olhava da arquibancada podia ver uma multidão de luzes saídas das câmeras digitais, proibidas – a princípio – de entrarem no estádio. Nem os furtos que ocorreram do lado de fora impediram os fãs de apontarem suas “armas” para o palco da rainha do pop.

Registrando cada momento – uma grande quantidade de vídeos foi colocada na madrugada desta sexta-feira no You Tube -, o público delirou por duas horas ao som das canções do disco Hard Candy e de antigos hits como Into the Groove, Vogue e Like a Prayer.

Nem Madonna parecia incomodada com o grande número de cliques. A cantora até chegou a dizer que “São Paulo era o melhor lugar de todos”.

É compreensível, porém, a proibição de câmeras digitais dentro do estádio, especialmente se levarmos em conta que Madonna faz shows milimetricamente coreografados – desde a posição do pé até suas pequenas falas. Claro, há momentos espontâneos, mas eles são mínimos diante do grande espetáculo.

Neste caso, permitir o uso de câmeras é quase tão arriscado como deixar seu DVD ao vivo chegar ao público antes dele ter ficado pronto. E no caso de Madonna traz alguns riscos exclusivos: no Rio de Janeiro, ela perdeu toda a sua “majestade” ao levar um tombo categórico no palco molhado.

Uma coisa é certa: nem a rainha do pop tem autoridade para enfrentar a era digital. Madonna, no entanto, pode ficar tranqüila: muitas pessoas sabiam de todos os números e estavam exaltadas com sua performance. Nada como um show ao vivo.

fonte: Terra

‘Elvis morreu Sim. Eu fui ao funeral’, diz guitarrista

novembro 12, 2008

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Durante oito anos, Burton foi o principal guitarrista de Elvis

SÃO PAULO – Durante oito anos, de 1969 a 1977, James Burton foi o principal guitarrista de Elvis Presley, feito que o faz ser lenda para muitos fãs de rock and roll. E não foi só. Burton, 69 anos, também tocou com Frank Sinatra, Jerry Lee Lewis, Bob Dylan e Chuck Berry e escreveu seu nome no Hall da Fama do Rock, em 2001. Burton estará no Brasil entre os dias 27 e 30 de novembro para shows no Bourbon Street, em Moema, e uma tarde de autógrafos no The Clock Rock Bar, em Perdizes. Quem o traz é o pianista e vocalista brasileiro Alex Valenzi e sua banda, The Hideaway Cats, que está comemorando 15 anos de carreira. Com Elvis Presley, Burton gravou sucessos como Suspicious Minds, Burning Love, A Little Less Conversation e Always on my mind. O músico que aprendeu a tocar guitarra aos 13 anos diz que o rock ainda faz parte da sua vida. Quando atende o telefone, sua primeira palavra não é ‘alô’, mas ‘rock and roll!’. Direto da James Burton Foundation, espaço em Los Angeles que fundou para ensinar música a crianças carentes, localizado na Avenida Elvis Presley, em Shreveport, o guitarrista falou com exclusividade ao JT, por telefone.

 O senhor ainda tem na memória a reação do público cada vez que Elvis subia ao palco?

Elvis é um ícone. O rei do rock. Todos os fãs o adoravam. Eles ficavam completamente loucos, batiam as mãos, gritavam e choravam muito. Em todas as centenas de apresentações que fizemos foi a mesma coisa. Lembro da maioria delas. É algo inesquecível.

 Sua relação com Elvis era de amizade ou mais profissional?

Éramos bons amigos. Ele era um bom chefe e uma ótima pessoa. Fui seu guitarrista de 1969 até a sua morte. Sempre conversávamos por telefone, não importava em que lugar ele estivesse. Ele sempre foi muito acessível.

 O senhor já tocou com Rick Nelson, Frank Sinatra, Jerry Lee Lewis, The Mamas and the Papas, Bob Dylan, Les Paul, Chuck Berry… Algum deles foi mais importante do que Elvis?

Cada um foi importante. Eram todos ótimos músicos. Cada um fazia uma música diferente. Aprendi muito. É ótimo tocar com diferentes pessoas.

 Elvis Presley tinha um comportamento complexo. Chegou a presenciar alguma de suas famosas mudanças de humor?

Nunca tive problemas com ele. Tanto no palco quanto nos bastidores ele sempre foi cortês. Existem pessoas diferentes com opiniões diferentes da sua. Mas, comigo, ele sempre foi um bom amigo.

 O senhor estava no palco, em 27 de setembro de 1974, em College Park, em Maryland. Os fãs dizem que este foi o pior show de Elvis Presley. É verdade?

Não acho. Cada um tem sua opinião. Todos os shows de Elvis eram memoráveis. Você pode pensar o que quiser, os fãs também. Cada um pensa de um jeito. Mas, para mim, o show foi bom.

 Quando Elvis morreu, o senhor estava com a banda em pleno vôo, a caminho de um show em Portland. Como foi a reação de vocês?

Ficamos chocados. Foi uma surpresa muito grande. Não pousamos em Portland. Voltamos para Pueblo, Colorado, para abastecer e seguir viagem para Memphis, para ficar com a família e acompanhar o velório.

 Alguém chegou a imaginar que ele poderia morrer?

Foi uma surpresa incrível. Não tínhamos idéia que ele morreria. Não havia nenhuma indicação de que ele estava doente. Não sei se ele ia ao médico periodicamente. Eu era apenas o músico dele. Não sabia muitas coisas de sua vida particular. Quanto a isso ele era reservado. Eu vivia na Califórnia e ele em Memphis. Nos encontrávamos nos palcos, durante os shows.

 Não perceberam que a saúde de Elvis estava se degradando?

Nunca percebemos isso. Tocamos juntos em centenas de shows, gravamos vários discos, sem que ele não apresentasse nenhum problema. Absolutamente nada. É por isso que sua morte foi uma surpresa para nós.

 Seu primeiro sucesso foi ‘Susie Q’, composta quando você tinha apenas 14 anos. Como é tocá-la ainda hoje?

Quando a compus, eu tocava em uma banda de blues. Essa música foi o começo do meu sucesso. Comecei a tocar guitarra com 13 anos e até hoje lembram de Susie Q. Ela será uma das canções que apresentaremos no show brasileiro.

 Algum cover do Elvis Presley consegue imitá-lo com perfeição?

Sabe, eu conheço muitas dessas pessoas. Mas Elvis Presley é incomparável. Todos o imitam porque o admiram. Mas, lembre-se: só existe um Elvis. Podem falar e se vestir como ele, mas nunca serão iguais.

 Acredita que hoje tem surgido poucos bons guitarristas-solo ?

Não sei. Eu sou um guitarrista solo, mas não posso falar pelos outros. Para os novatos eu diria: ‘pratique bastante e aprenda com os mais experientes.’

 Como foi ter tido da imprensa mais reconhecimento do que o próprio Elvis quando lançaram o single ‘The Wonder of You’, em 1970?

Acho que a imprensa gostou muito do meu solo, você não acha? Sei que é uma sensação maravilhosa. Eu sempre digo que minha música é uma bênção de Deus. Ele sempre foi o meu melhor professor. É Ele quem continua me ensinando. Quanto ao reconhecimento da crítica, fico honrado até hoje.

 O senhor é muito religioso?

Sou sim, freqüento a igreja batista. Vivo com meu coração aberto a Deus, sempre converso com Ele. O momento mais importante da minha carreira é quando Deus assume o comando. Deus controla minha música, minha família e meu dia-a-dia.

 Das lendas urbanas, a mais famosa é de que Elvis não morreu.

Sim. Ele morreu, fui ao funeral. Escreva aí: “James Burton foi ao funeral do Elvis Presley e o viu morto.” Foi uma tremenda perda. Na minha opinião, Elvis ainda vive nos nossos corações e no legado que ele deixou no mundo hoje.

 Elvis tinha noção de que estavam fazendo músicas que entrariam para a história?

Não conseguimos imaginar a dimensão daquilo que estávamos fazendo. Sabíamos que era uma coisa muito grande. Mas não dava para saber que aquelas músicas seriam importantes ainda hoje. Só percebemos que estamos escrevendo a história quando analisamos à distância. É o que eu percebo hoje. Quando estamos fazendo história, nós não percebemos.

 É verdade que Elvis Presley teria pedido à CIA para proibir a entrada dos Beatles nos Estados Unidos?

Elvis gostava dos Beatles, e eu também. Quando eles vieram aos Estados Unidos, eu e Elvis fomos conhecê-los. O Elvis gostava da música deles. Não sei dessas coisas da CIA. Isso não é importante. A resposta para esta pergunta é que Elvis gostava dos Beatles e da música que eles faziam.

 Elvis nunca foi um bom guitarrista. O senhor chegou a dar aulas para ele?

Não dei aulas para ele. Mas, realmente, ele nunca foi um sensacional guitarrista ou um excelente pianista. Elvis, no entanto, era um excepcional cantor. Assim como ele não tocava bem guitarra, eu não sou um excelente cantor. Sua performance no palco era inacreditável. Ele adorava guitarra, por isso, nos shows, durante os meus solos, ele olhava para o lado, dava um grande sorriso e trocávamos olhares. Tínhamos esta comunicação no palco pelo olhar. Ele adorava o que fazíamos.

 E quando Elvis Presley errava? Quais eram suas limitações?

Todos somos humanos. Minha resposta é: ninguém é perfeito, e Elvis também não é.

 Elvis chegou a mencionar alguma vez se gostaria de tocar no Brasil?

Sim. No Brasil, no Japão, na Rússia, na China e na Austrália. Eu amo São Paulo. Já toquei aí. Desta vez vou conhecer também o Rio de Janeiro.

 Ainda fica nervoso quando sobe ao palco?

Nervoso, não. Excitado. É sempre uma oportunidade de conhecer novas pessoas, novos fãs. Isso é excitante.

Fonte: Estadão

Oi faz shows simultâneos neste domingo em diversas cidades paulistas

outubro 18, 2008

A Oi realiza neste domingo, dia 19, seis shows gratuitos e simultâneos em São Paulo. Os eventos aconteceram em diversas regiões do estado. A iniciativa é da B/Ferraz, agência do Grupo ABC. 

A ação faz parte da estratégia de comunicação da Oi de reforçar sua marca e seu posicionamento (“liberdade e simplicidade”) às vésperas do início de sua operação móvel em São Paulo.
Os shows serão apresentados por VJs da MTV, e a festa será iniciada ao som de DJs renomados. 

Os eventos: 

Parque do Carmo (Capital) 
Horário: 12h às 18h 
Shows: CPM 22 e Strike + Beat Box 
Abertura: DJ Rafael Barco 
MC: Paulo David 

Parque da Independência (Capital) 
Horário: 12h às 18h 
Shows: Titãs e Pitty 
Abertura: DJ Cléber Portaro 
MC: VJ MTV Marcos Mion 

Campinas 
Local: Arautos da Paz 
Horário: 14h às 20h 
Shows: Capital Inicial e Fresno 
Abertura: DJ Marcelo 
MC: VJ MTV Marcelo Adnet 

Ribeirão Preto 
Local: Parque de Exposições Feapam 
Horário: 14h às 20h 
Shows: Jota Quest e Rod Hanna 
Abertura: DJ Bechelli 
MC: VJ MTV Penélope 

Bauru 
Local: Recinto Melo Moraes 
Horário: 14h às 20h 
Shows: Frejat e Lulu Santos 
Abertura: DJ Beto Dias 
MC: VJ MTV Felipe Solari 

Guarujá 
Local: Praia da Enseada 
Horário: 14h às 20h 
Shows: Os Mutantes e Nando Reis e Orquestra Sinfônica Arte Viva 
Abertura: DJ Léo 
MC: VJ MTV Marina Person

Fagner divulga DVD ao vivo com diversos shows no mês de outubro

outubro 11, 2008
   
 
 
 
O cantor segue divulgando o DVD Ao Vivo com shows pelo país nesse mês de outubro. No show, Fagner apresenta canções como Asa Partida, Noturno, Mucuripe, Guerreiro Menino, Deslizes, Borbulhas de Amor e Ai Que Saudade De voce.

Cearense de nascença, Raimundo Fagner gravou seu primeiro album em 1973 (Manera fru-fru, manera). Nos anos 80 e 90, já morando no Rio de Janeiro, o cantor tornou suas músicas mais romanticas – elas viraram temas de novelas.

O DVD que divulga agora nâo é o primeiro em sua carreira, mas é muito especial. O show foi gravado em janeiro de 2000 e faz um balanço da carreira do músico.

Sobre a gravação do DVD, o cantor conta que ficou emocionado: Foi a primeira vez que eu tremi no palco. Veio uma emoção, um negócio que eu nunca senti no palco. Esse e outros depoimentos podem ser conferidos no making of do DVD que chegou às lojas em junho deste ano, pela gravadora Sony BMG.

Confira as próximas apresentações do cantor pelo país.

18/10/2008 – São Paulo/SP
HSBC Brasil – Rua Bragança Paulista, 1.281
Horário: 22h00
Ingressos: de R$ 60,00 a R$ 140,00
Classificação etária: 14 anos
Estacionamento: Hot Valet (com manobrista) R$ 17,00 (antecipado) e R$ 20,00 (na hora)
Informações: 11 2163-2120 / www.hsbcbrasil.com.br

24 e 25/10/2008 – Rio de Janeiro/RJ
Canecão Petrobras – Rua Venceslau Braz, 215
Horário: 22h00
Ingressos: de R$ 20,00 a R$ 240,00
Informações: 21 2105-2000 / www.canecaopetrobras.com.br

31/10/2008 – Curitiba/PR
Guairão – Rua XV de Novembro, 971
Horário: 21h00
Ingressos: de R$ 90,00 a R$ 140,00
Informações: www.tguaira.pr.gov.br

Cantora Ana Carolina faz shows no Rio neste final de semana

outubro 11, 2008

 

RIO – Ana Carolina comemora a temporada do show Dois Quartos , com três apresentações no Rio, nos dias 10, 11 e 12 de outubro.

Dois Quartos já foi visto por mais de 400 mil pessoas em todo o Brasil, desde sua estréia, em julho de 2007, em Belo Horizonte, confirmando seu sucesso absoluto de público.

No palco, o ‘Quarto’ e o ‘Quartinho’ de Ana compõem o cenário em que a cantora envolve o público com mais de 20 canções. A maior parte das músicas são do disco duplo, projeto mais autoral de Ana Carolina.

No roteiro, estão canções românticas do último cd Multishow ao Vivo, como Tolerância (Antônio Villeroy/Ana Carolina), Ruas de Outono (Ana Carolina/Antônio Villeroy), Um edifício no meio do mundo (Ana Carolina/Jorge Vercilo) e Aqui (Antônio Villeroy/Ana Carolina), além de poderosos hits, como Elevador (Ana Carolina), Uma louca tempestade (Antônio Villeroy/Bebeto Alves) e É isso aí – ‘The Blower´s Daughter (Damien Rice/versão: Ana Carolina).

A cantora alterna performances no violão de aço e de nylon, na guitarra e no piano, da primeira música até o bis. Em Milhares de sambas, pega o pandeiro e levanta a platéia fazendo o público sambar com Cabide e Chevette.

A cantora sobe ao palco acompanhada pelos músicos Sacha Amback (teclados), Vinny Rosa (guitarra), Bruno Migliari (baixo), Iura Ranevsky (violoncello), Leonardo Reis e Siri (percussão), Jorginho Gomes (bateria) e Jurema e Jussara (vocais). A produção musical é da própria Ana Carolina e de Marcelo Sussekind. Dois Quartos tem direção de Monique Gardenberg, cenário de Gringo Cardia e iluminação de Maneco Quinderé.

Serviço

Ana Carolina – Dois Quartos

Citibank Hall (Av. Ayrton Senna, 3000 – Shopping Via Parque – Barra da Tijuca)

Ingressos: de R$ 80,00 (mesas laterais) a R$ 150,00 (camarote e mesas setor vip)

fonte: JB on line