Posts Tagged ‘curso de inglês’

SECRETARIA ABRE 7,3 MIL VAGAS DE CURSOS DE ALEMÃO, JAPONÊS, FRANCÊS, ESPANHOL E ITALIANO

janeiro 30, 2009
 

Oportunidades estão espalhadas por todo Estado,
em 83 Centros de Estudos de Línguas (CELs)

A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo abre nesta sexta-feira-feira, 30 de janeiro, cerca de 7,3 mil vagas para os estudantes que queiram aprender gratuitamente algum dos idiomas: alemão, japonês, francês, espanhol e italiano. A Secretaria mantém 83 Centros de Estudos de Línguas (CELs) espalhados pelo Estado. Somente na capital são 1.220 vagas.
Todos os alunos da rede estadual já têm aulas de inglês na grade curricular. Os CELs oferecem oportunidade para aprendizagem de um terceiro idioma. Para inscrever-se é preciso ser aluno de escola estadual, freqüentando cursos regulares ou supletivos_ a partir da 6ª série do Ensino Fundamental. Estudantes de escolas técnicas estaduais também podem freqüentar as aulas.

“Um outro idioma é importante para o enriquecimento curricular dos estudantes, além de representar um diferencial na hora de disputar vaga no mercado de trabalho”, afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.

Os alunos interessados têm até 6 de fevereiro (cronograma depende de cada CEL) para se inscrever. A inscrição deve ser realizada no próprio CEL, mediante apresentação do comprovante de matrícula escolar e documento de identidade. No caso menor de idade, o estudante deve ir acompanhado pelo pai ou responsável.

Os cursos têm duração de três anos, divididos em seis semestres. As aulas acontecem duas ou quatro vezes por semana, no contra-turno, 50 minutos por dia. Somente em 2008 cerca de 20 mil alunos passaram pelos CELs.

Fonte: Maxpress

Anúncios

Como está o seu inglês?

outubro 9, 2008

Inglês ‘técnico’ já não é mais suficiente para profissionais de TI. Por Danielle Sarraf.

Passaram-se quase duas décadas desde a primeira vez que ouvimos falar em globalização e começamos a sentir seus efeitos indeléveis para a humanidade. Um dos pilares da globalização é a facilidade com que o mundo se comunica. Para tanto, todos sabemos, o idioma que o mundo elegeu foi o inglês. E neste contexto, exagerando um pouco, a falta de domínio do inglês torna o profissional alienado. Como estar inserido no mundo atual sem dominar a linguagem, ferramenta básica para tanto?

Estando os conceitos de globalização, comunicação e tecnologia tão interligados, e tão dependentes do inglês, como explicar que ainda hoje uma das principais carências dos profissionais da área de TI seja o domínio desse idioma?

Por mais paradoxal que possa parecer, creio que a proximidade dos profissionais de TI com o universo da comunicação sem fronteiras, imortalizada pela internet e pelo conseqüente desenvolvimento da indústria ao seu redor, acomoda-os num nível de conhecimento do inglês que, embora não satisfaça ao mercado empregador, também não os prejudica no exercício de suas funções.

A primeira reflexão necessária tem a ver com uma auto-análise sobre o real nível da sua fluência em inglês. Ser fluente numa língua requer muito mais do que, simplesmente, compreender o que se lê. E, para profissionais de TI, essa é a grande armadilha. O inglês dito “técnico”, aquele dos manuais e treinamentos corporativos, não é o inglês fluente esperado pelo mercado, não é o suficiente para considerar-se fluente em inglês. É certo que esse nível de conhecimento é básico para o exercício da grande maioria das funções em TI, mas não será esse o item que irá, verdadeiramente, fazer a diferença em sua carreira e crescimento profissional. Para tanto, será necessário um pouco de esforço e disciplina, como para tudo o mais.

O que torna esse esforço um pouco diferente daquele empregado, por exemplo, na conclusão de uma pós-graduação, que ainda é um diferencial, é que ser fluente em inglês, nos dias de hoje, está se tornando básico para quem quer trabalhar nas grandes empresas, tanto quanto formação superior completa. E, cabe reforçar, o inglês demandado por esses potenciais empregadores é um pouco mais elaborado, inclui habilidade de comunicação, verbal e escrita, neste idioma. Não basta compreender.

Mais uma vez, não se trata de dominar termos técnicos, nem manuais, nem tampouco de mera memorização e repetição. O inglês desejado, aquele no qual vale a pena investir, também não compreende muita gramática, anos de estudo ou certificados de proficiência. Precisa ser o suficiente para ser compreendido e fazer-se compreender dentro de um contexto corporativo, em que erros grosseiros e falta de objetividade não são bem vistos. Lembre-se que, aqui, o que vale para o português, vale também para o inglês.

A escolha da escola de idiomas é uma etapa fundamental, que não pode ser negligenciada sob pena de ser desestimulante e até traumatizante nesse processo. Existem diversas no mercado que adaptaram seu conteúdo a metas específicas para o público executivo, como para participar de reuniões, negociações, entrevistas, entre outras. A partir de uma base de ensino sólida dos fundamentos da língua, aprender os jargões empresariais torna-se mais fácil e mais interessante, uma vez que possibilita a aplicação imediata do que se aprende na sala de aula.

Além do evidente incremento no currículo profissional, desenvolver a habilidade de comunicar-se bem em outro idioma traz ganhos significativos de auto-estima e autoconfiança de um executivo de um modo geral. Portanto, ainda que não seja para suprir uma demanda específica de mercado, e havendo disponibilidade de tempo e de dinheiro, investir no aprendizado e aprimoramento de outro idioma – preferencialmente o inglês – só pode trazer ganhos, profissionais e pessoais. Pense nisso.

Danielle Sarraf é advogada formada pela PUC/SP com MBA pela Fundação Dom Cabral. Trabalhou com consultoria tributária e societária durante alguns anos de sua carreira. Atualmente é Diretora de Recursos Humanos do Grupo PPR. Na coluna Headhunter, a consultora fala de temas relacionados ao comportamento profissional e oportunidades de desenvolvimento de carreira.