Archive for 12 de fevereiro de 2009

O EGO embarcou no cruzeiro ‘Emoções em Alto Mar’ e conta tudo o que rolou em um dos seus shows

fevereiro 12, 2009

Uma noite com o ‘Rei’ Roberto Carlos

017753589-exh00Roberto Carlos celebra o momento especial

Se você não tem US$ 1600 dólares (menor tarifa) para embarcar no cruzeiro “Emoções em Alto Mar”, comandado por Roberto Carlos há cinco anos e sucesso total de público, mas quer saber tudo o que se passa em um show do “Rei” no navio, continue lendo esta matéria. O EGO esteve na embarcação por 24h e entendeu porque tantas pessoas estão dispostas a pagar tanto – a primeira edição do projeto que acontece em janeiro de 2010 já está esgotada -, para ver o cantor que este ano completa 50 anos de carreira, e a cada show reafirma sua majestade.

  Ouça o especial da Globoradio com músicas de Roberto Carlos

 Primeiro encontro com o ‘Rei’
A equipe do EGO esteve no navio Costa Mágica para participar da coletiva de imprensa que Roberto Carlos deu na segunda-feira, 9. O cantor já estava na embarcação desde o sábado, 7. Durante o bate-papo com a imprensa, ele falou sobre as comemorações pelos seus 50 anos de carreira, do pânico de envelhecer, de beleza, e é claro, de amor. Negou que esteja namorando, mas levantou suspeitas ao usar um “a gente está reformando o apartamento de São Paulo”, quando negava os boatos de que se mudaria do Rio. Depois, emendou: “Eu quis dizer a gente: eu, a decoradora e o arquiteto”. 

Expectativa para o show
Depois da coletiva, a imprensa foi convidada a assistir ao show do cantor que aconteceria à noite. Roberto faz quatro apresentações no navio e, em cada, recebe cerca de 500 convidados. O restante dos passageiros tenta se distrair com atividades como shows na beira da piscina, cassino e festas. Mas passar com o convite do show do cantor nas mãos é ser alvo de inveja dos que não foram contemplados naquela noite ou de quem já teve sua experiência na plateia do ‘Rei’.

 O show
Roberto surge no palco com um terno creme, para delírio do público, e sob os acordes de “Emoções”. Antes de entoar os versos de “Quando eu estou aqui…”, ele dá um longo suspiro no microfone para então começar a cantar.

Haja coração!
Depois da primeira música, ele saúda a plateia dizendo como é bom estar ali com eles “dormindo sob o mesmo teto, ou sob o mesmo condomínio, vamos dizer assim”. Mas as fãs mais afoitas só ouvem a primeira parte e começam a gritar coisas como “lindo” e “Robertão você é tudão”.Na sequência, ele canta “Além do horizonte” e “Detalhes”.

Côncavo e Convexo
Antes de cantar uma de suas músicas mais picantes de seu repertório, Roberto brinca: “vou cantar uma canção inocente agora”. As fãs, mais uma vez, vão à loucura com versos como “Cada parte de nós tem a forma ideal, quando juntas estão, coincidência total, do côncavo e convexo, assim é nosso amor e o sexo”.

Bossa Nova
Roberto relembra ainda seu encontro com o maestro Tom Jobim, em 1976, em um telão, quando eles gravaram juntos “Lígia”. Na sequência vem “Eu sei que vou te amar”, e o cantor recitando o poema “Soneto de Fidelidade”, de Vinicius de Moraes.

 Marcos Serra Lima/Globo.com

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O ‘Rei’ distribui rosas para a plateia

Momentos Clássicos
Depois do momento bossa nova, ele canta “Saber viver” e “Jesus Cristo”. Na segunda, o público se levanta junto com ele para acompanhar e bater palmas. Depois, o “Rei” sai do palco por 30 segundos. Volta vestido de comandante do navio e com rosas nas mãos. A plateia vai ao delírio mais uma vez, e começa a luta incessante para tentar pegar uma das rosas beijadas e jogadas por Roberto. São 144 flores arremessadas a cada show. Separadas em 9 buquê com 16 rosas. Enquanto distribui as flores, o cantor vai recebendo presentes de fãs. Bilhetes, ursinhos de pelúcia – com um, ele até brinca de ninar -, e uma camisa do Vasco, time de Roberto, que ele pega, posa e faz reverência. Após o show, uma outra luta inglória começa: a da tentativa de ir até o camarim do astro para falar e tirar uma foto com ele. Mas só algumas felizardas, escolhidas por Roberto durante a distribuição das rosas, terão essa honra. Para o restante, só resta as fotos e as lembranças de uma noite com o “Rei”.

Fonte: Ego

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Red Bull investe em esportes radicais e ações de risco para dar asas ao desejo dos consumidores

fevereiro 12, 2009

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Aos vinte anos de idade a marca Red Bull é conhecida mundialmente através de seu vínculo com esportes radicais. Em média, a empresa investe 30% do seu faturamento bruto em Marketing, sendo que metade deste montante é destinado a eventos. Só em 2008, a Red Bull investiu cerca de 1,2 bilhão de Euros no que Pedro Navio, Diretor de Marketing da marca, define como essência do negócio da empresa: esportes radicais.

Os atributos que a Red Bull procura associar à marca é a coragem, ousadia, superação de limites, desafios e, principalmente, desempenho. Se o céu é o limite, a empresa estará lá para oferecer experiência ao consumidor e a prova disso é que 70% dos eventos esportivos que levam a marca Red Bull são de alto risco. Quanto maior este risco, maior é o retorno para a marca, segundo Navio. Para atingir perfis diferentes de público, a Red Bull aposta em locações únicas e modalidades desafiadoras que coloquem a marca como objeto de desejo.

Até a definição da empresa com relação às suas ações promocionais é diferenciada. Um evento da Red Bull significa “a concretização de loucuras e sonhos que temos, acreditamos e gostamos”, diz o Diretor de Marketing. Nesta reportagem, ele explica ao Mundo do Marketing as estratégias da marca no Brasil, a importância do ponto-de-venda para a Red Bull, os principais eventos e ações de guerrilha. Quer saber como a Red Bull faz para encantar seus consumidores? Dando asas à imaginação do público e dos profissionais envolvidos em cada evento.

Tamanho não é documento
No Brasil, a Red Bull chamou atenção com o Red Bull Air Race, corrida de aviões que levou mais de um milhão de pessoas à praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, em 2007, e o Red Bull X-Fighters, competição de Motocross Freestyle que transformou o sambódromo carioca em um circuito com mais de 10 mil toneladas de terra.

Além destes mega-eventos, a marca cria outras ações de menor tamanho, mas grande em ousadia e repercussão. O Red Bull Paper Wings, por exemplo, é uma competição de aviõezinhos de papel feita entre estudantes de faculdades e universidades do mundo todo. Se o objetivo é impactar, que tal colocar um carro de Fórmula 1 na nas ruas de São Paulo? Foi o que fez a empresa em 2006.

Por falar em ações menores, porém impactantes, a Red Bull realizou ano passado o Red Bull Gravity Challenge, que consiste em jogar um ovo de uma altura de 15 metros sem que ele quebre ao chegar ao chão. Esta ação já é tradicional e chegou à PUC-RJ em outubro passado. O desafio dos alunos era construir um projeto que fosse capaz de evitar qualquer rachadura no ovo após acertá-lo no alvo fixado no chão. 

Espírito dos eventos Red Bull
De acordo com Pedro Navio, Diretor de Marketing da Red Bull, a fonte de inspiração para a criação de eventos que o mundo acompanha boquiaberto é, antes de tudo, buscar uma boa ideia, algo que divirta, inove, desafie, surpreenda, supere expectativas, assuste, exceda, e que brinque com os sentidos. “Buscamos o limite da excelência em tudo que fazemos e realizar eventos no Brasil é algo fantástico porque a matéria-prima é farta, como locações, riqueza de culturas, povo aberto a experiências e participativo”, conta Navio ao site.

Mesmo sem tradição na maioria dos esportes que a Red Bull investe, países como o o Brasil não oferecem resistência. Um dos fatores que explica este comportamento é a experiência vivida pelo público em cada apresentação. “Se essa experiência vai ser melhor construída no deserto do Saara ou em Nova Iorque, iremos para lá. Fazemos o que acreditamos e nos lugares onde nós e nosso público gostaria de ver acontecendo”, explica o executivo.

Para entender o espírito Red Bull, basta olhar para os números do Air Race. O evento foi produzido com expectativa de receber 600 mil pessoas, mas a previsão foi superada. “Foram quase um milhão de pessoas para assistir o evento que durou cerca de um ano e meio para ser liberado. Passamos por 26 autorizações para então poder trazer os quatro boings de equipamentos. O investimento neste projeto foi de aproximadamente R$ 38 milhões”, aponta Navio.

De olho nas oportunidades
Uma marca que pretende ser diferente em todos os aspectos precisa estar pronta para surpreender o consumidor em qualquer lugar e a qualquer momento. E isso a Red Bull faz. No trágico episódio do desabamento de uma estação de metrô em São Paulo, a marca vislumbrou uma oportunidade. Apesar das críticas, a empresa distribuiu o produto para os bombeiros e pessoas que faziam o resgate das vítimas do acidente.

O objetivo da empresa com aquela ação não foi criar uma ação de Marketing de Guerrilha, segundo Navio. “Isso seria de extremo mau gosto, além de contrariar todos os nossos valores. O quer fizemos foi ajudar as pessoas com o nosso produto já que estavam trabalhando exaustivamente. A Red Bull esteve presente no 11 de Setembro e no Tsunami e a reação foi positiva. A empresa foi percebida como parceira em um momento difícil”, explica.

Com o histórico de emboscar momentos delicados, a Red Bull também esteve em Veneza e aproveitou o alagamento da cidade para realizar mais um evento esportivo inusitado. A marca levou um atleta patrocinado para praticar wakeboarding pela cidade. Imagens e vídeos (aqui) da ação repercutiram em sites de diversos países.

Envolvimento que dá asas
A receita da empresa para a construção de sua imagem já não é mais segredo. Mas, um outro conceito diferenciado da Red Bull é o de se envolver com os atletas antes de colocá-los em seu habitat. “É comum em projetos de patrocínios que a empresa não tenha relação com a modalidade esportiva em que está investindo. Isto significa credibilidade zero. Se queremos fazer um evento de skate, por exemplo, passaremos dois anos entendendo o esporte e fazendo pesquisas com os atletas”, garante o executivo de Marketing da Red Bull.

Se o importante para o consumidor é ser surpreendido, a marca de bebidas energéticas apresenta atitude ‘rebelde’ para desafiar qualquer obstáculo. Desta forma, a empresa sabe que caminha em uma corda bamba, onde de um lado está uma ação bem feita e, do outro, um desastre completo. “Produzimos somente as melhores idéias, mas caso uma outra empresa tenha feito algo parecido com um projeto nosso, estamos fora”, diz Pedro Navio ao Mundo do Marketing.

Como filosofia para a produção de qualquer evento, o “pensamento globalizado em ação regionalizada” explica porque a Red Bull investe em eventos que, por menor que seja, tem potencial para ser aproveitado em qualquer país do mundo. “Não importa se uma ação tenha 50 pessoas ou mais. Quem estiver lá nunca mais esquecerá deste evento”, afirma Navio.

Ponto-de-venda não é prioridade
Uma das preocupações da marca é em não estar em primeiro plano. Nem no ponto-de-venda, tampouco nos eventos esportivos. De acordo com Pedro Navio, não há placas e nem banners para divulgar a marca porque ela está sempre como objeto da ação. Esta é uma das formas de explicar porque o PDV é secundário para a Red Bull. “Para nós este não é um canal de comunicação e não vamos construir a marca no PDV. Esta não é uma plataforma de divulgação para a Red Bull”, destaca.

Para a empresa austríaca, o ponto-de-venda funciona como uma possibilidade de comunicação divertida, irreverente, com o objetivo de lembrar o consumidor em um momento específico. A estratégia no PDV é primeiramente não empurrar o produto para o consumidor e sim trazê-lo para o produto. “O nosso principal ponto de contato com o consumidor é qualquer um que possa expressar em um determinado momento aquilo que queremos viver e falar para eles”, conta.

É inegável que um dos contatos mais lembrados pelo consumidor de Red Bull é o bordão “Te dá Asas”, veiculado na TV. Este conceito, aliás, nasceu com a marca e não foi implantado na comunicação como estratégia de Marketing. “Não existia nada antes do “Red Bull te dá asas”. Só que este conceito era usado em mídia impressa e em materiais diferenciados em casas noturnas, bares e restaurantes”, diz Navio. 

Além do ponto-de-venda, a marca possui veículos envelopados que circulam pelas ruas de diversas cidades e engana-se quem pensa que esta é uma ferramenta de mídia. “Existem em todos os países, mas não buscamos retorno de mídia com isso, muito menos sabemos quanto. Esses carros são nossos meios de locomoção na busca por pessoas que precisam e desejam ter um melhor desempenho físico e mental. Com certeza um dia você vai ser impactado por um deles”, completa o Diretor de Marketing da Red Bull.

Fonte: Mundo do Marketing

BBB9: Flávio passa bronzeador no bumbum de Priscila

fevereiro 12, 2009

Depois de Ralf e Emanuel já terem descoberto as “áreas” perigosas do corpo de Priscila, foi a vez de Flávio passar o bronzeador no bumbum e nas costas da sister. De uma forma mais discreta, o gaúcho espalhou o produto no corpo da jornalista, inclusive nas nádegas, mas tomando cuidado para não passar a mão em lugares mais indiscretos.

 

– Reprodução
 

Terminado “o serviço”, Flávio foi para a cozinha ajudar Naiá e Ana Carolina a fazer nhoque para o almoço desta quarta-feira (11).

Enquanto Priscila contava com a ajuda do gaúcho, Emanuel dormia no sol próximo à morena.

Fonte: TV canal 13