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Por que é tão perigoso dirigir e falar ao celular ao mesmo tempo?

fevereiro 27, 2009
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A melhor e mais eficaz recomendação é desligar o celular ao assumir o volante.
Quando se guia um automóvel, entre 90% e 95% das informações necessárias para administrar riscos estão relacionadas à visão. 

No início deste ano, as agências internacionais de notícia do mundo todo deram destaque ao caso da britânica Philippa Curtis, de 21 anos, que foi condenada a 21 meses de prisão por ter provocado um acidente em que morreu Victoria McBryde, de 24. O celular de Curtis mostra que ela enviou 20 torpedos antes de bater na traseira do carro da vítima, segundo reportagem do jornal inglês “Daily Mail”.

Desde dezembro de 2007, usar celular ao volante pode dar cadeia na Inglaterra. A regra anterior era similar à brasileira, mas as autoridades perceberam que as punições eram insuficientes para desencorajar motoristas a usar o celular enquanto dirigiam. Agora, quem insistir na prática pode ser condenado a pelo menos dois anos de prisão. A nova regulamentação também estabelece que a promotoria pode condenar os infratores por homicídio culposo e punir os motoristas com a pena máxima prevista pelo país, a prisão perpétua, caso seja confirmado que o veículo foi usado como uma arma.

Dentre os muitos inconvenientes sociais causados pela má utilização do celular, os perigos do uso do aparelho no trânsito das grandes cidades preocupam autoridades no mundo todo. No Brasil, multa de R$ 85 e quatro pontos na carteira de habilitação são as punições descritas no Código de Trânsito Brasileiro, que classifica como infração média o ato de dirigir com apenas uma das mãos ou falando ao celular. Fones de ouvido ou viva-voz também são proibidos.

“Com o celular no ouvido, o motorista reage de forma mais lenta. Dificilmente olha para o retrovisor, assume uma trajetória errática na via, reduz ou ultrapassa a velocidade compatível com o tráfego. Avança o sinal, tem dificuldade para trocar marchas e simplesmente não vê as placas de sinalização no trânsito. Cada uma dessas situações já poderia desencadear um acidente. Agora imagine o potencial de estrago da combinação delas…”, afirma o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Mesmo sabendo que se trata de uma infração, os motoristas insistem em atender ao telefone por acreditar que isso não é nada de mais e vão desligar logo. “A atitude pode mudar quando as pessoas reconhecerem que o que está em jogo é a vida delas e as de outras pessoas. Só a maior fiscalização pode modificar um mau hábito social, mas no âmbito individual, impõe-se uma mudança cultural para que a ansiedade em se comunicar não se sobreponha à própria sobrevivência e à segurança de terceiros”,diz Centurion.

Números da infração

    * Somente em São Paulo foram feitas 237 mil autuações de motoristas falando ao celular em 2007, a quarta infração de trânsito na capital naquele ano;
    * No Rio de Janeiro, o número de multas aplicadas a motoristas que falam ao celular enquanto dirigem chegou a 9 mil na cidade do Rio de Janeiro, segundo informações de um estudo realizado pelo Detran. Ao analisar os seis primeiros meses de 2008, as infrações deste tipo atingem 45 mil, contra 39 mil registradas no mesmo período do ano passado;
    * Exceder a velocidade, avançar no sinal vermelho e na parada obrigatória e dirigir utilizando telefone celular foram as principais infrações cometidas, respectivamente, no trânsito de Goiânia, em 2007 e 2008;
    * No Mato Grosso do Sul, o Detran registrou, em 2008, cerca de 83.575 infrações de trânsito que resultaram em multas. Apenas em infrações como não usar o cinto de segurança ou o capacete foram quase 1.800 multas durante o ano. A infração com o número mais surpreendente é a de uso de celular no trânsito, quase 9.600 pessoas foram multadas;
    * Em 2008, dirigir ao celular rendeu multa a  21.724 condutores de veículos em Fortaleza;
    * Os motoristas de Belo Horizonte nunca foram tão multados. No ano passado, a BHTrans emitiu nada menos que 640,9 mil autuações na capital, número 32% superior ao de 2007. No ranking das sete infrações mais cometidas, acelerar até 20% a mais que o permitido é a líder. Em seguida, estão estacionar em desacordo com a sinalização e dirigir com fones ou celular aos ouvidos.

FONTE: Detrans dos estados mencionados.

Onde mora o perigo?

Ao atender o celular em quanto dirige, o motorista está usando a audição e não a atenção dirigida para guiar o carro. “Dizer que é fácil fazer as duas coisas ao mesmo tempo não é verdade: o cérebro precisa fazer contas, calcular ações e desviar a atenção do controle visual e motor para o auditivo. As reações ficam mais lentas e isso propicia a ocorrência de acidentes. A audição é decodificada em uma área no cérebro e a visão, em outra. Ou seja, ele faz duas coisas quando deveria fazer uma só”, explica o oftalmologista Eduardo de Lucca, que também integra o corpo clínico do IMO.

O celular tocando desvia a atenção de quem está guiando e dá início ao procedimento de risco: a primeira ação do motorista quando o aparelho toca é procurá-lo. “Para atender, será necessário o uso de uma das mãos. Se for colocado no ouvido, haverá restrição do campo visual”, diz Eduardo de Lucca.

Se telefone e direção já formam uma combinação de risco, digitar uma mensagem ao celular potencializa o perigo. “Quem tenta fazer isso tem que tirar as mãos do volante, se concentrar em um teclado minúsculo e ainda pensar na elaboração dos textos”, destaca o médico.

Recomendações importantes para conquistarmos um trânsito mais civilizado

1)“A melhor e mais eficaz recomendação é desligar o celular ao assumir o volante. Quando se guia um automóvel, entre 90% e 95% das informações necessárias para administrar riscos estão relacionadas à visão. Ao desviar o olhar para atender o celular ou tocar o visor do aparelho, o motorista inicia um vôo cego. O celular distrai tanto que dificilmente o motorista consegue se lembrar do que aconteceu no trânsito, às vezes, esquece até por onde passou enquanto estava telefonando”, alerta Virgilio Centurion;

2) Caso você não possa desligar o celular, nunca faça ligações enquanto estiver dirigindo. Ao receber uma ligação enquanto estiver no volante, o mais prudente é estacionar, “resolver o problema telefônico” e em seguida continuar o seu caminho. “Parar o carro em um local seguro, atender ao telefone e em seguida concentrar-se novamente na direção… Esta é a nossa recomendação”, diz o oftalmologista Eduardo de Lucca;

4) “Por fim, se você estiver acompanhando de menores – crianças e adolescentes – não atenda ao telefone. Não esqueça que a sua conduta serve como exemplo e modelo. Não perca esta chance de educar”, defende o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO.

Fonte: IMO

Volume Knob na Guitarra

fevereiro 24, 2009
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Foto: Reprodução

 

 
Esse simples controle que temos literalmente a centímetros de nossas mãos, quando estamos tocando guitarra, é simples na concepção, mas poderoso se bem utilizado.

Vários guitarristas ignoram o uso desse controle ou não pararam ainda para explorá-lo. Diversos ‘fritadores’ brasileiros mal precisam dele, e acham que em seu lugar uma chave de ligar e desligar a guitarra seria melhor.

Nada contra quem mal utiliza o volume knob, mas o fato é que quem não o faz perde muitas possibilidades.

Alterar a posição desse volume faz com que o som mude muito, que o timbre apresente um sem número de texturas extremamente diferentes. De mais limpo a mais distorcido, de aveludado a mais brilhante, de mais a menos sustain, de maior a menor output, etc. E, uma vez que é um controle contínuo, as possibilidades de variações são imensas.

Um amigo, Morphine, guitarrista da banda União (www.uniao-online.com), fez uma frase sobre isso que achei sensacional: “se você liga e desliga um pedal de overdrive, você tem dois sons apenas, mas se você utiliza o volume knob da guitarra em combinação com seu pedal, a sua gama de timbres se multiplica”.

Isso tudo fica ainda melhor se você estiver utilizando um bom amplificador valvulado, de preferência em situação próxima ao break-up point, onde se passa com facilidade de som limpo a sujo.

A função de volume, a qual dá o nome a esse controle – volume knob – passou a ser até secundária.

Um mestre em texturas é sem dúvida Joe Satriani, e ele utiliza muito, como ninguém, seu volume knob. A riqueza e a variação de timbres que ele obtém são impressionantes. Ouçam, por exemplo, “New Blues” ou “Cool #9” pra citar algumas. Muita nuance diferente, muito timbre diferente, e bastante disso vindo do uso consciente do botão de volume.

Destacam-se também pela sua utilização de forma brilhante Andy Timmons, Van Halen e Scott Henderson entre outros.

É provável que tenhamos herdado essa utilização do pessoal de blues e blues rock, que trabalha com esse recurso desde sempre, alcançando muita expressividade na guitarra.

 O AUTOR
José “Xinho” Luís estudou guitarra com Michel Perie, Mozart Mello e no GIT/MI – Los Angeles. Participou do Vodu, Blue Jeans e Spitfire. É Engenheiro especializado em Supply Chain pela University of Michigan. Morou no Brasil, nos Estados Unidos e no México.

onte: Território da Música

Punto turbo chega em março

fevereiro 17, 2009

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No início de março, chega ao mercado o Fiat Punto T-Jet, que traz um DNA verdadeiramente esportivo, novo design e novo motor 1.4 16V Turbo de 152 cv de potência máxima.

Com esta nova versão, o Fiat Punto – líder do segmento Hatch Premium com mais de 50 mil unidades emplacadas no Brasil desde seu lançamento -, passa a ter uma gama ainda mais completa. Além da T-Jet, o Punto tem as versões 1.4 Flex, ELX 1.4, HLX 1.8 e Sporting.
WWW.SPEEDCAL.BLOGSPOT.COM

YouTube completa 4 anos!!!

fevereiro 17, 2009

 

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O YouTube, o maior serviço de compartilhamento de vídeos da internet, completou hoje 4 anos existência! Embora o domínio tenha sido registrado em 15 de fevereiro de 2005, uma prévia do serviço ocorreu apenas em Maio de 2005.
Criado por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, ambos ex-empregados da PayPal, o YouTube demonstrou que poderia fornecer ainda mais poderes as pessoas ao apresentar ferramentas simples e fáceis, permitindo publicar rapidamente um vídeo na internet e se comunicar com milhões de pessoas.
Depois de muitos rumores, em 9 de outubro de 2006, os co-fundadores Chad Hurley e Steve Chen anunciaram com extrema alegria que a companhia havia sido adquirida pelo Google por 1,65 bilhão de dólares em ações.

Fonte: Google Discovery

Deep Purple anuncia outros shows no Brasil

fevereiro 17, 2009
   
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Foto: Reprodução
 
A banda inglesa Deep Purple anunciou mais três apresentações no Brasil, além dos dois shows previamente confirmados em São Paulo. Inicialmente o grupo tinha agendado shows nos dias 06 e 07 de março na Via Funchal, na capital paulista, e agora outras duas capitais do país receberão o grupo.

Segundo a agenda oficial da banda, o Deep Purple também fará shows em Porto Alegre e Florianópolis. Na capital gaúcha os shows estão marcados para os dias 02 e 03 de março no palco do Teatro Bourbon. Em Florianópolis o quinteto toca no dia 05 no Floripa Music Hall.

Confira o serviço:

02 e 03/03/2009 – Porto Alegre/RS
Teatro do Bourbon – Avenida Túlio de Rose, nº 80 – SUC 301 A
Horário: 21h00
Ingressos: não divulgado
Informações: www.teatrodobourboncountry.com.br

05/02/2009 – Florianópolis/SC
Floripa Music Hall – Rua Henrique Valgas, 113
Horário: 22h00
Ingressos: não divulgado
Informações: www.floripamusichall.com.br

06 e 07/03/2009 – São Paulo/SP
Via Funchal: Rua Funchal, 65
Horário: 22h00
Ingressos: R$ 130,00 (pista), R$ 300,00 (pista Premium), R$ 200,00 (mezanino) e R$ (camarote)
Informações: www.viafunchal.com.br

 

Fonte : Território da Música

Gol lança promoção “Você Faz a Festa” com trecho de ida grátis para Curitiba

fevereiro 17, 2009
 

Em comemoração ao aniversário de 316 anos de Curitiba (PR), a Gol vai oferecer o trecho de ida grátis para viagens que tenham a cidade paranaense como destino e a origem em Belo Horizonte (Confins), Brasília, Campinas, Florianópolis, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Porto Alegre, Rio de Janeiro (Galeão) ou São Paulo (Congonhas e Guarulhos).

Clientes da companhia poderão comprar os bilhetes promocionais até 2 de março pelo site www.voegol.com.br, para voos realizados nos dias 31 de março e 1 de abril. A tarifa é válida apenas para viagens de ida e volta, com permanência mínima de duas noites e máxima de dez, e deve ser combinada com tarifas diferentes de zero. “A ação confirma o sucesso de nossas promoções e oferece uma nova oportunidade para quem nunca viajou de avião. Além disso, ajuda a desenvolver o turismo de Curitiba”, afirma Tarcísio Gargioni, vice-presidente de Marketing e Serviços da Gol

 

Fonte: Mercado e Eventos

O EGO embarcou no cruzeiro ‘Emoções em Alto Mar’ e conta tudo o que rolou em um dos seus shows

fevereiro 12, 2009

Uma noite com o ‘Rei’ Roberto Carlos

017753589-exh00Roberto Carlos celebra o momento especial

Se você não tem US$ 1600 dólares (menor tarifa) para embarcar no cruzeiro “Emoções em Alto Mar”, comandado por Roberto Carlos há cinco anos e sucesso total de público, mas quer saber tudo o que se passa em um show do “Rei” no navio, continue lendo esta matéria. O EGO esteve na embarcação por 24h e entendeu porque tantas pessoas estão dispostas a pagar tanto – a primeira edição do projeto que acontece em janeiro de 2010 já está esgotada -, para ver o cantor que este ano completa 50 anos de carreira, e a cada show reafirma sua majestade.

  Ouça o especial da Globoradio com músicas de Roberto Carlos

 Primeiro encontro com o ‘Rei’
A equipe do EGO esteve no navio Costa Mágica para participar da coletiva de imprensa que Roberto Carlos deu na segunda-feira, 9. O cantor já estava na embarcação desde o sábado, 7. Durante o bate-papo com a imprensa, ele falou sobre as comemorações pelos seus 50 anos de carreira, do pânico de envelhecer, de beleza, e é claro, de amor. Negou que esteja namorando, mas levantou suspeitas ao usar um “a gente está reformando o apartamento de São Paulo”, quando negava os boatos de que se mudaria do Rio. Depois, emendou: “Eu quis dizer a gente: eu, a decoradora e o arquiteto”. 

Expectativa para o show
Depois da coletiva, a imprensa foi convidada a assistir ao show do cantor que aconteceria à noite. Roberto faz quatro apresentações no navio e, em cada, recebe cerca de 500 convidados. O restante dos passageiros tenta se distrair com atividades como shows na beira da piscina, cassino e festas. Mas passar com o convite do show do cantor nas mãos é ser alvo de inveja dos que não foram contemplados naquela noite ou de quem já teve sua experiência na plateia do ‘Rei’.

 O show
Roberto surge no palco com um terno creme, para delírio do público, e sob os acordes de “Emoções”. Antes de entoar os versos de “Quando eu estou aqui…”, ele dá um longo suspiro no microfone para então começar a cantar.

Haja coração!
Depois da primeira música, ele saúda a plateia dizendo como é bom estar ali com eles “dormindo sob o mesmo teto, ou sob o mesmo condomínio, vamos dizer assim”. Mas as fãs mais afoitas só ouvem a primeira parte e começam a gritar coisas como “lindo” e “Robertão você é tudão”.Na sequência, ele canta “Além do horizonte” e “Detalhes”.

Côncavo e Convexo
Antes de cantar uma de suas músicas mais picantes de seu repertório, Roberto brinca: “vou cantar uma canção inocente agora”. As fãs, mais uma vez, vão à loucura com versos como “Cada parte de nós tem a forma ideal, quando juntas estão, coincidência total, do côncavo e convexo, assim é nosso amor e o sexo”.

Bossa Nova
Roberto relembra ainda seu encontro com o maestro Tom Jobim, em 1976, em um telão, quando eles gravaram juntos “Lígia”. Na sequência vem “Eu sei que vou te amar”, e o cantor recitando o poema “Soneto de Fidelidade”, de Vinicius de Moraes.

 Marcos Serra Lima/Globo.com

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O ‘Rei’ distribui rosas para a plateia

Momentos Clássicos
Depois do momento bossa nova, ele canta “Saber viver” e “Jesus Cristo”. Na segunda, o público se levanta junto com ele para acompanhar e bater palmas. Depois, o “Rei” sai do palco por 30 segundos. Volta vestido de comandante do navio e com rosas nas mãos. A plateia vai ao delírio mais uma vez, e começa a luta incessante para tentar pegar uma das rosas beijadas e jogadas por Roberto. São 144 flores arremessadas a cada show. Separadas em 9 buquê com 16 rosas. Enquanto distribui as flores, o cantor vai recebendo presentes de fãs. Bilhetes, ursinhos de pelúcia – com um, ele até brinca de ninar -, e uma camisa do Vasco, time de Roberto, que ele pega, posa e faz reverência. Após o show, uma outra luta inglória começa: a da tentativa de ir até o camarim do astro para falar e tirar uma foto com ele. Mas só algumas felizardas, escolhidas por Roberto durante a distribuição das rosas, terão essa honra. Para o restante, só resta as fotos e as lembranças de uma noite com o “Rei”.

Fonte: Ego

Red Bull investe em esportes radicais e ações de risco para dar asas ao desejo dos consumidores

fevereiro 12, 2009

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Aos vinte anos de idade a marca Red Bull é conhecida mundialmente através de seu vínculo com esportes radicais. Em média, a empresa investe 30% do seu faturamento bruto em Marketing, sendo que metade deste montante é destinado a eventos. Só em 2008, a Red Bull investiu cerca de 1,2 bilhão de Euros no que Pedro Navio, Diretor de Marketing da marca, define como essência do negócio da empresa: esportes radicais.

Os atributos que a Red Bull procura associar à marca é a coragem, ousadia, superação de limites, desafios e, principalmente, desempenho. Se o céu é o limite, a empresa estará lá para oferecer experiência ao consumidor e a prova disso é que 70% dos eventos esportivos que levam a marca Red Bull são de alto risco. Quanto maior este risco, maior é o retorno para a marca, segundo Navio. Para atingir perfis diferentes de público, a Red Bull aposta em locações únicas e modalidades desafiadoras que coloquem a marca como objeto de desejo.

Até a definição da empresa com relação às suas ações promocionais é diferenciada. Um evento da Red Bull significa “a concretização de loucuras e sonhos que temos, acreditamos e gostamos”, diz o Diretor de Marketing. Nesta reportagem, ele explica ao Mundo do Marketing as estratégias da marca no Brasil, a importância do ponto-de-venda para a Red Bull, os principais eventos e ações de guerrilha. Quer saber como a Red Bull faz para encantar seus consumidores? Dando asas à imaginação do público e dos profissionais envolvidos em cada evento.

Tamanho não é documento
No Brasil, a Red Bull chamou atenção com o Red Bull Air Race, corrida de aviões que levou mais de um milhão de pessoas à praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, em 2007, e o Red Bull X-Fighters, competição de Motocross Freestyle que transformou o sambódromo carioca em um circuito com mais de 10 mil toneladas de terra.

Além destes mega-eventos, a marca cria outras ações de menor tamanho, mas grande em ousadia e repercussão. O Red Bull Paper Wings, por exemplo, é uma competição de aviõezinhos de papel feita entre estudantes de faculdades e universidades do mundo todo. Se o objetivo é impactar, que tal colocar um carro de Fórmula 1 na nas ruas de São Paulo? Foi o que fez a empresa em 2006.

Por falar em ações menores, porém impactantes, a Red Bull realizou ano passado o Red Bull Gravity Challenge, que consiste em jogar um ovo de uma altura de 15 metros sem que ele quebre ao chegar ao chão. Esta ação já é tradicional e chegou à PUC-RJ em outubro passado. O desafio dos alunos era construir um projeto que fosse capaz de evitar qualquer rachadura no ovo após acertá-lo no alvo fixado no chão. 

Espírito dos eventos Red Bull
De acordo com Pedro Navio, Diretor de Marketing da Red Bull, a fonte de inspiração para a criação de eventos que o mundo acompanha boquiaberto é, antes de tudo, buscar uma boa ideia, algo que divirta, inove, desafie, surpreenda, supere expectativas, assuste, exceda, e que brinque com os sentidos. “Buscamos o limite da excelência em tudo que fazemos e realizar eventos no Brasil é algo fantástico porque a matéria-prima é farta, como locações, riqueza de culturas, povo aberto a experiências e participativo”, conta Navio ao site.

Mesmo sem tradição na maioria dos esportes que a Red Bull investe, países como o o Brasil não oferecem resistência. Um dos fatores que explica este comportamento é a experiência vivida pelo público em cada apresentação. “Se essa experiência vai ser melhor construída no deserto do Saara ou em Nova Iorque, iremos para lá. Fazemos o que acreditamos e nos lugares onde nós e nosso público gostaria de ver acontecendo”, explica o executivo.

Para entender o espírito Red Bull, basta olhar para os números do Air Race. O evento foi produzido com expectativa de receber 600 mil pessoas, mas a previsão foi superada. “Foram quase um milhão de pessoas para assistir o evento que durou cerca de um ano e meio para ser liberado. Passamos por 26 autorizações para então poder trazer os quatro boings de equipamentos. O investimento neste projeto foi de aproximadamente R$ 38 milhões”, aponta Navio.

De olho nas oportunidades
Uma marca que pretende ser diferente em todos os aspectos precisa estar pronta para surpreender o consumidor em qualquer lugar e a qualquer momento. E isso a Red Bull faz. No trágico episódio do desabamento de uma estação de metrô em São Paulo, a marca vislumbrou uma oportunidade. Apesar das críticas, a empresa distribuiu o produto para os bombeiros e pessoas que faziam o resgate das vítimas do acidente.

O objetivo da empresa com aquela ação não foi criar uma ação de Marketing de Guerrilha, segundo Navio. “Isso seria de extremo mau gosto, além de contrariar todos os nossos valores. O quer fizemos foi ajudar as pessoas com o nosso produto já que estavam trabalhando exaustivamente. A Red Bull esteve presente no 11 de Setembro e no Tsunami e a reação foi positiva. A empresa foi percebida como parceira em um momento difícil”, explica.

Com o histórico de emboscar momentos delicados, a Red Bull também esteve em Veneza e aproveitou o alagamento da cidade para realizar mais um evento esportivo inusitado. A marca levou um atleta patrocinado para praticar wakeboarding pela cidade. Imagens e vídeos (aqui) da ação repercutiram em sites de diversos países.

Envolvimento que dá asas
A receita da empresa para a construção de sua imagem já não é mais segredo. Mas, um outro conceito diferenciado da Red Bull é o de se envolver com os atletas antes de colocá-los em seu habitat. “É comum em projetos de patrocínios que a empresa não tenha relação com a modalidade esportiva em que está investindo. Isto significa credibilidade zero. Se queremos fazer um evento de skate, por exemplo, passaremos dois anos entendendo o esporte e fazendo pesquisas com os atletas”, garante o executivo de Marketing da Red Bull.

Se o importante para o consumidor é ser surpreendido, a marca de bebidas energéticas apresenta atitude ‘rebelde’ para desafiar qualquer obstáculo. Desta forma, a empresa sabe que caminha em uma corda bamba, onde de um lado está uma ação bem feita e, do outro, um desastre completo. “Produzimos somente as melhores idéias, mas caso uma outra empresa tenha feito algo parecido com um projeto nosso, estamos fora”, diz Pedro Navio ao Mundo do Marketing.

Como filosofia para a produção de qualquer evento, o “pensamento globalizado em ação regionalizada” explica porque a Red Bull investe em eventos que, por menor que seja, tem potencial para ser aproveitado em qualquer país do mundo. “Não importa se uma ação tenha 50 pessoas ou mais. Quem estiver lá nunca mais esquecerá deste evento”, afirma Navio.

Ponto-de-venda não é prioridade
Uma das preocupações da marca é em não estar em primeiro plano. Nem no ponto-de-venda, tampouco nos eventos esportivos. De acordo com Pedro Navio, não há placas e nem banners para divulgar a marca porque ela está sempre como objeto da ação. Esta é uma das formas de explicar porque o PDV é secundário para a Red Bull. “Para nós este não é um canal de comunicação e não vamos construir a marca no PDV. Esta não é uma plataforma de divulgação para a Red Bull”, destaca.

Para a empresa austríaca, o ponto-de-venda funciona como uma possibilidade de comunicação divertida, irreverente, com o objetivo de lembrar o consumidor em um momento específico. A estratégia no PDV é primeiramente não empurrar o produto para o consumidor e sim trazê-lo para o produto. “O nosso principal ponto de contato com o consumidor é qualquer um que possa expressar em um determinado momento aquilo que queremos viver e falar para eles”, conta.

É inegável que um dos contatos mais lembrados pelo consumidor de Red Bull é o bordão “Te dá Asas”, veiculado na TV. Este conceito, aliás, nasceu com a marca e não foi implantado na comunicação como estratégia de Marketing. “Não existia nada antes do “Red Bull te dá asas”. Só que este conceito era usado em mídia impressa e em materiais diferenciados em casas noturnas, bares e restaurantes”, diz Navio. 

Além do ponto-de-venda, a marca possui veículos envelopados que circulam pelas ruas de diversas cidades e engana-se quem pensa que esta é uma ferramenta de mídia. “Existem em todos os países, mas não buscamos retorno de mídia com isso, muito menos sabemos quanto. Esses carros são nossos meios de locomoção na busca por pessoas que precisam e desejam ter um melhor desempenho físico e mental. Com certeza um dia você vai ser impactado por um deles”, completa o Diretor de Marketing da Red Bull.

Fonte: Mundo do Marketing

BBB9: Flávio passa bronzeador no bumbum de Priscila

fevereiro 12, 2009

Depois de Ralf e Emanuel já terem descoberto as “áreas” perigosas do corpo de Priscila, foi a vez de Flávio passar o bronzeador no bumbum e nas costas da sister. De uma forma mais discreta, o gaúcho espalhou o produto no corpo da jornalista, inclusive nas nádegas, mas tomando cuidado para não passar a mão em lugares mais indiscretos.

 

– Reprodução
 

Terminado “o serviço”, Flávio foi para a cozinha ajudar Naiá e Ana Carolina a fazer nhoque para o almoço desta quarta-feira (11).

Enquanto Priscila contava com a ajuda do gaúcho, Emanuel dormia no sol próximo à morena.

Fonte: TV canal 13

Chineses oferecem 1,15 milhões/ano a Isinbayeva

fevereiro 11, 2009

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PASSA A SER A ATLETA MAIS BEM PAGA DO MUNDO

 

A campeã olímpica e recordista mundial de salto em altura, Yelena Isinbayeva, assinou um contrato de 1,5 milhões de dólares (1,15 milhões de euros) anuais, durante cinco anos, com a cadeia de lojas de roupa chinesa Li Ning.

Segundo uma fonte citada pela Reuters, não existe mais nenhum atleta com contrato tão elevado, incluindo o jamaicano Usain Bolt, o homem mais rápido do mundo. O acordo agora assinado prevê também o pagamento de bónus em caso de recordes mundiais ou de títulos mundiais e olímpicos.

O agente da russa considerada Atleta do Ano pela Federação Internacional de Atletitsmo (IAAF), Daniel Wessfeldt, recusou comentar a notícia e a Li Ning também não confirmou a contratação. Isinbayeva estava ligada à Adidas, segundo maior fabricante de roupa desportiva do Mundo.

O investimento dos chineses justifica-se com a decisão de entrar no mercado mundial de equipamentos desportivos, tendo escolhido um rosto que tem sido sinónimo de uma série interminável de triunfos e recordes.yelena_isinbayeva_sexy-sportive-333

O início da temporada para Yelena Isinbayeva está previsto para o próximo fim-de-semana, no meeting indoor de Donetsk (Ucrânia), a primeira oportunidade para envergar as marcas do novo patrocinador.

Ainda segundo a Reuters, Isinbayeva está a negociar com outra empresa a inserção de um logótipo no equipamento. 

A chinesa Li Ning foi fundada em 1984 pela ginasta com o mesmo nome, vencedora de 3 medalhas de ouro olímpicas, e detém cerca de 10 por cento do mercado chinês. Antes de Isinbayeva, a Li Ning havia contratado dois craques da NBA: Shaquille O’Neal (Phoenix Suns) e Baron Davies (LA Clippers).

Fonte: Record