Archive for 21 de dezembro de 2008

VÍDEO MADONNA NO MORUMBI: BORDERLINE

dezembro 21, 2008

Curta este vídeo de Madonna cantando “Borderline” no 1º show no Morumbi, quinta-feira (18).

Anúncios

Madonna se declara a fãs de SP e ironiza tombo em show

dezembro 21, 2008

937742-1310-ga

No penúltimo show da turnê Sticky & Sweet, Madonna subiu ao palco do Estádio do Morumbi, em São Paulo, por volta das 21h30. Emocionada, a cantora declarou seu amor ao público paulistano durante a sua apresentação neste sábado.

» Relembre o tombo de Madonna no Maracanã  

“Como vocês sabem são os últimos dois shows da minha turnê. Estou triste, masfeliz ao mesmo tempo, por terminar aqui. Vocês, de São Paulo, são o melhor público que existe”, disse a popstar antes de cantar a música You Must Love Me.

A cantora ainda mostrou irreverência e chegou a xingar a chuva, que não deu suas caras durante o show deste sábado. Madonna lembrou o tombo que levou no Rio de Janeiro, no último domingo, que foi repercutido mundialmente.

“Eu só preciso dizer uma coisa: a chuva não apareceu, então f… a chuva. Sem chuva, sem dor e aí eu não reclamo”, brincou a popstar.

Assim como aconteceu na quinta-feira. Madonna não decepcionou desde o início do show. Com uma animação de dar inveja em qualquer jovem, a cantora mais uma vez manteve o pique e fez o gramado do Morumbi virar uma pista de dança.

Sob os gritos da platéia, cerca de 70 mil pessoas, a rainha do pop surgiu sentada em um trono ao som de Candy Shop, a primeira das 12 músicas do disco Hard Candy.

Em seguida ela interagiu com Kanye West e Pharrel em um telão e juntos cantaram Beat Goes On. “É disso que eu estava falando Brasil”, gritou ao microfone. Depois a rainha do pop tocou Human Nature: a aparição de Britney no telão rendeu um dos momentos mais ovacionados pelo público.

A cantora encerrou o primeiro bloco do show, intitulado Gangsta Pimp/Art Deco, com Vogue. Nesta primeira parte, Madonna foi protocolar e soltou um breve “Olá, São Paulo”.

Já no segundo bloco da apresentação, Madonna lembrou a cantora polêmica e rebelde que a levou ao sucesso mundial nos anos 80 e 90. Ao cantar Into the Groove, vestida com um shortinho vermelho, a cantora vai além e chega a participar da coreografia pulando corda (de salto alto) e rodando em um cano.

Após isso, Madonna interagiu com dançarinas em seu palco durante a canção She’s Not Me em um ode a si mesma. Cada uma das modelos vestia um modelito representando as fases da carreira da cantora.

Ao chegar na última, a noiva de Like a Virgin, a cantora deu um beijo em sua boca e roubou a sua peruca de cachos loiros. Na apresentação da música, Madonna rastejou no chão, engatinhou e fez gestos obscenos.

Ela se auto-confronta como rainha no palco, além de falar palavras obscenas a todo instante. Diferentemente de quinta-feira, Madonna ainda não interagiu muito com a multidão no Morumbi e apenas disse poucas frases como: “Vamos lá Brasil”.

Abrindo o terceiro bloco da apresentação, Madonna incorporou seu lado latino. Ela primeiro apareceu misteriosa, debaixo de uma capa preta, se despindo ao fim de Devil Would’t Recognize You, deixando à mostra inúmeros cruficixos envoltos de um colar rosa-choque.

Antes de cantar a música You Must Love Me, a popstar se entregou ao público paulistano em momento bastante emocionante.

“Como vocês sabem são os últimos dois shows da minha turnê. Estou triste, mas feliz ao mesmo tempo, por terminar aqui. Vocês, de São Paulo, são o melhor público que existe”, disse a cantora. O público retribuiu gritando “Madonna, Madonna”.

Na seqüência do show, a popstar continuou mostrando seu lado irreverente e xingou a chuva. “Eu só preciso dizer uma coisa: a chuva não apareceu, então f… a chuva. Sem chuva, sem dor e aí eu não reclamo”, brincou.

No bloco final da apresentação, um dos pontos altos foi a canção Like a Prayer, uma das mais aguardadas pelos fãs da cantora. O público cantou e pulou tanto durante a música que era possível sentir as placas que cobrem o gramado do Morumbi tremer.

A cantora repetiu mais uma vez o momento interativo do show, quando pede para um fã escolher a próxima música a ser cantada. Um tiete chamado Ronaldo pedia para a cantora o chamar. Madonna não o atendeu: “você é muito bonito. Não pode escolher”, brincou.

A cantora chamou outro fã de nome Bruno, que optou por Open your Heart. A escolha não agradou a popstar. “Não pode escolher essa música, não vou cantar”.

A sorte voltou para Ronaldo, que acabou escolhendo Express Yourself. Ao fim do show, o telão exibiu a mensagem “Game Over” (o jogo acabou) indicando o fim da apresentação.

Fonte: Terra

 

Repórter da Globo dá tapa em entrevistado

dezembro 21, 2008

Márcio Canuto, o repórter do jornal SPTV, deu um tapa na cara de um entrevistado ao vivo no SPTV 1ª edição,na edição da última sexta-feira(19). Ele estava em frente ao hotel em que Madonna estava hospedada e entrevistou um fã que veio de Fortaleza ver a diva do pop.

Márcio, ao perguntar sobre o emprego do entrevistado, ganhou uma resposta inesperada. “Que se f…”, disse. Canuto reagiu ao palavrão com um tapa na cara do jovem, que ainda bateu com a cabeça em uma árvore. Assista ao vídeo

DVD: RUSH – SNAKES AND ARROWS

dezembro 21, 2008
RUSH – SNAKES AND ARROWS LIVE – (DVD TRIPLO)
   

  LANÇAMENTO

Título Original: Rush – Snakes and Arrows Live – Holanda 2007

Atores: Rush

Sinopse: Filmado em Roterdã na turnê de 2007 do álbum “Snake and Arrows”, este DVD captura o Rush em seus melhores momentos frente a uma efervescente platéia holandesa. O Rush é uma das banda de maior êxito do rock de todos os tempos, com vendas mundiais de disco em torno de 40 milhões de unidades e com uma formação inalterada desde 1974. “Snake and Arrows” foi o primeiro álbum com material novo em 5 anos, e foi tanto acalmado pela crítica, como teve sucesso nas vendas, chegando a 3º lugar nos EUA e no Canadá, e 13º no Reino Unido. A turnê atravessou o mundo e finalmente terminou em agosto de 2008. Agora este DVD oferece uma lembrança permanente de um show inesquecível, que foi o “Snake and Ladders Live”.

Disco 1
1) Limelight
2) Digital Man
3) Entre Nous
4) Mission
5) Freewill
6) The Main Monkey Business
7) The Larger Bowl
8) Secret Touch
9) Circumstances
10) Between The Wheels
11) Dreamline

Disco 2
1) Far Cry
2) Workin’ Them Angels
3) Armor And Sword
4) Spindrift
5) The Way The Wind Blows
6) Subdivisions
7) Natural Science
8) Witch Hunt
9) Malignant Narcissism / De Slagwerker
10) Hope
11) Distant Early Warning
12) The Spirit Of Radio
13) Tom Sawyer
14) One Little Victory
15) A Passage To Bangkok
16) YYZ

Disco 3
Oh Atlanta! The Authorized Bootlegs:
1) Ghost Of A Chance
2) Red Barchetta
3) The Trees
4) 2112

EXTRAS CÓDIGO REGIONAL
Menu Interativo
Seleção de Cenas
What’s That Smell com Jerry Stiller – a vignette
2007 Tour Outtakes
What’s That Smell Outtakes (hidden Easter Egg)
Far Cry (alternate cut)
The Way The Wind Blows (alternate cut)
Red Sector A (from The R30 Tour).
REG. 4
VÍDEO  
NF  
ÁUDIO  
Inglês: Dolby Digital  
LEGENDAS GÊNERO
NF PopRock
ANO DE PRODUÇÃO ESTÚDIO
2008 ST2
DURAÇÃO DATA LANÇAMENTO
222 minutos 16/12/2008
. REG.4:
Este DVD somente poderá ser reproduzido em aparelhos para a região 4 (Brasil – América Latina).

DVD:ROBERTO CARLOS E CAETANO VELOSO E A MÚSICA DE TOM JOBIM

dezembro 21, 2008

sb20529

 

Sinopse: No ano em que a Bossa Nova completa meio século de existência, Roberto Carlos e Caetano Veloso, dois ícones da música brasileira se reúnem pela primeira vez num show antológico dedicado ao maestro soberano Antônio Carlos Jobim.

O espetáculo foi gravado durante ao shows realizados no Teatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 22 de agosto e no Auditório do Ibirapuera em São Paulo nos dias 25 e 26 de agosto de 2008.

Juntos, Roberto e Carlos, cantam os maiores clássicos do mestre Tom Jobim, como Garota de Ipanema, Ligia, Águas de Março, Eu Sei Que Vou Te Amar que termina com Rei recitando o famoso poema de Vinícius de Moraes “Soneto da Fidelidade”, entre outros.

Esse encontro conta a história de um movimento musical que de tão sublime e cativante, deixou de ser do Brasil para ser do mundo.

Neste DVD:

1- Garota de Ipanema

2- Wave

3- Águas de Março

4- Por Toda a Minha Vida (Exaltação do Amor)

5- Ela é Carioca

6- Inútil Paisagem

7- Meditação

8- Caminho de Pedra

9- O Que Tinha Que Ser

10- Surfboard

11- Insensatez

12- Por Causa de Você

13- Ligia

14- Corcovado

15- Samba do Avião

16- Eu Sei Que Vou Te Amar/Soneto da Fidelidade

17- Tereza da Praia

18- A Felicidade

19- Se Todos Fossem Iguais a Você

20- Chega de Saudade

 

PREÇO

R$39,90

 

 

 

ANO DE PRODUÇÃO

2008

Coletivas de imprensa e sapatadas na cara

dezembro 21, 2008

A cena foi ao mesmo tempo grotesca e reveladora. O jornalista iraquiano Munthadhar al-Zaidi, de maneira inusitada, levantou-se em meio a uma coletiva de imprensa, mirou a cara do presidente americano – desafeto de seu povo – e arremessou num espaço de tempo recorde os seus dois sapatos contra ela. Errou porque o espantado Bush desviou-se a tempo, mas cumpriu o seu papel: expressou para o mundo inteiro a sua indignação.

A imprensa, infelizmente, como costuma acontecer nesses casos, deu maior importância à cena propriamente dita e, posteriormente, às versões difundidas pelos amigos do “dono da guerra” ( “Muntadhar é comunista, fã de Guevara” e outras patacadas do mesmo teor) do que à razão legítima para tal forma de agressão. 

Além da identificação com o povo iraquiano, agredido por uma poderosa nação estrangeira, o jornalista deve ter ficado indignado, como todos nós, com a farsa daquela coletiva, um espetáculo midiático hipócrita que reunia o invasor e os militares iraquianos, seus prepostos, para uma entrevista demagógica de um presidente fracassado em fim de mandato.

Infelizmente, muitas coletivas de imprensa não passam de farsas, de manipulações engendradas por organizações (empresas, governos, entidades) e agências de comunicação/assessorias para seduzir veículos e jornalistas. Reuniões com informações de reduzida relevância (o que menos interessa na maioria delas é o conceito de notícia), mas regadas a bebidas finas, camarões e brindes de todos os tipos (a moda agora é pendrive porque, como explicam os entendidos, é útil e barato).

Certamente, você já deve ter ouvido falar ou estado presente (se é jornalista que cobre o setor automotivo) nas coletivas promovidas por montadoras em resorts, com direito a todo tipo de mordomia, algumas inclusive realizadas nos mares do Caribe. Uma demonstração contraditória de riqueza para empresas, como a Ford e a GM americanas, que andam caindo pelas tabelas, à beira da bancarrota, como repete todos os dias a mídia do planeta inteiro. 

Coletivas são realizadas a torto e a direito particularmente nas grandes cidades e a maioria delas não serve para coisa alguma. Os bons jornalistas (aqueles que preferem boas pautas à comida farta) sabem separar o joio do trigo e, educadamente, se recusam a participar de quase todas porque se deram conta de que pouco acrescentam (e podem irritar bastante) ou contribuem para qualificar a informação jornalística.

Um profissional competente identifica com facilidade as intenções de quem convida para estas reuniões porque elas já ficam evidentes nos releases que as apresentam, no convite via e-mail ou no contato telefônico com as redações.  Pura rasgação de seda, conversa fiada, um montão de adjetivos e obas-obas sem sentido, de hipocrisias e cinismos empresariais.

Os jornalistas e os veículos, de um bom tempo para cá, têm se tornado reféns das organizações e dos governos e, com raras exceções (que bom, elas existem felizmente), acabam apenas “penteando” releases, copidescando material distribuído pelas assessorias ou reproduzindo falas de executivos em coletivas subsidiadas por programas de “media training”. Por isso, as notícias parecem todas iguais (muitas são mesmo iguais, com os mesmos erros de acentuação, os mesmos títulos contidos nos releases) nos jornais, nos programas de rádio e TV e mesmo na web. Uma pobreza e uma submissão de dar dó.

Todos sabemos: muitos donos de veículos e editores mandam os jornalistas correrem atrás destas coletivas porque querem agradar atuais e futuros anunciantes ou mesmo porque não sabem pautar coisa alguma, não têm faro de notícia e, diante de um entrevistado, mal conseguirão formular uma pergunta minimamente inteligente. Por isso, o jornalismo brasileiro tem esta cara e este cheiro de “coisa arrumada”, de entrevista no sofá da Hebe Camargo ou da Ana  Maria Braga (o papagaio da apresentadora, na verdade, é uma alusão à postura do jornalista diante das fontes). Que os proprietários sejam assim tudo bem, mas também os jornalistas? 

A maioria das coletivas deve ser solenemente desprezada porque, no fundo, elas representam uma afronta à dignidade jornalística e ignoram o papel do profissional de imprensa e dos veículos efetivamente comprometidos com o debate, o interesse público.

Evidentemente, há coletivas absolutamente indispensáveis, agências/assessorias e empresas sérias e ninguém está aqui para condenar as coletivas ou os releases como se não fossem processos ou produtos normais em nossa atividade. Mas a banalização, a vulgarização, a falta de profissionalismo, a visão equivocada do que interessa aos jornalistas e sobretudo a farsa, a tentativa de manipulação incomodam e muito.

Para 2009, que se avizinha, talvez possamos adotar, conjuntamente, algumas decisões importantes com respeito às coletivas.

Em primeiro lugar, não compareça a coletivas de empresas de biotecnologia para ouvir a conversa idiota de que os transgênicos irão matar a fome do mundo e que eles contribuem para a saúde do planeta ao reduzir o consumo dos agrotóxicos. Lembre-se que a Monsanto ainda ganha mais dinheiro (muito mais) vendendo veneno do que com as sementes transgênicas (se deixarmos que ela obtenha o monopólio, como pretende, esta relação pode se inverter). 

Em segundo lugar, não acredite em empresas que proclamam abertamente, gastando tubos de dinheiro em propaganda, que são socialmente responsáveis, éticas, transparentes (você tem visto o noticiário sobre a Siemens, com propina para lá e para cá, como andam repercutindo os grandes jornais do mundo todo, inclusive do Brasil?).

Em terceiro lugar, desconfie também dos veículos que falam mal de determinadas organizações nas reportagens e até nos editoriais e buscam patrocínio delas para seus cursos de formação dos jornalistas (a Folha e o Estadão têm parceria com a Philip Morris, uma das gigantes do Tabaco que acaba de ser condenada agora por propaganda enganosa nos EUA).

Finalmente, não compareça a coletivas promovidas para fazer a apologia das melhores empresas para trabalhar, as mais admiradas, as melhores em gestão de alguma coisa, as mais sustentáveis porque esses rankings não são confiáveis e servem apenas para arrebanhar anúncios para editoras (você já percebeu que sempre tem um veículo por trás dessa história e páginas inteiras de anúncios das empresas vencedoras nas edições que anunciam a premiação?).

Os jornalistas não deveriam ser utilizados como “mula” para “notícias” que servem a determinados interesses e engordam os lucros de agências de comunicação/propaganda e assessorias que se prestam ao jogo sujo de “limpeza de imagem” de organizações predadoras. 

É bom repetir sempre o que todos já deveríamos saber: “não tem almoço grátis”, logo desconfie de quem convida para almoçar e, de imediato, já avisa que vai pagar a conta, distribuir brindes ao final da comida etc.

Estamos precisando de alguns Muntadhar al-Zaidi por aqui porque temos empresas e governos aos montes com a cara do Bush desfilando impunemente à nossa frente. Se é para fazer justiça, vai faltar sapato.

Em tempo 1: Você já leu o livro da Marie-Monique Robin – O mundo segundo a Monsanto, lançado pela Radical Livros, com apresentação da Marina Silva? Puxa, um dos melhores trabalhos de jornalismo investigativo destes últimos anos e que, de forma contundente, expõe as mazelas da corporação de St. Louis. Se você ainda não ouviu falar do herbicida 2,4,5-T, de dioxina, agente laranja, Posilac, do caso Arpad Pusztai, de perseguições, golpes baixos contra pesquisadores, jornalistas, aproveite as férias para uma atualização importante.  Há algo mais além dos prêmios agroambientais.

Em tempo 2: Parabéns para a ANVISA que, depois de audiências públicas, conseguiu elaborar normas mais rígidas para a propaganda de medicamentos, dando um safanão na Big Pharma e em parcela importante da comunidade da saúde que anda fazendo o jogo dos laboratórios. Quem sabe , de agora em diante, diminui um pouco a farra dos brindes para médicos, amostras grátis viciadas, uso de celebridades para vender remédios e estimular a auto-medicação.

Em tempo 3: Mais um recall dos grandes, novamente agora da Volks por causa de um problema no freio de vários modelos, inclusive o Fox, aquele que detonava o dedo dos motoristas. Será que as montadoras, além de fazerem lobby, chorarem o dia todo por dinheiro dos governos, praticarem uma gestão incompetente (via GM e Ford americanas), não poderiam também aprender a fazer carro com qualidade? Belo presente de Natal este da Volks, um presente de grego ou de alemão?

Aí estão várias empresas e segmentos industriais que também mereciam uma bela sapatada. Na cara e no traseiro. Muntandhar bem que  poderia dar uma coletiva explicando como fazer isso. Pode deixar a pontaria que a gente acerta por aqui. Com o famoso jeitinho brasileiro. 

 

* Wilson da Costa Bueno é jornalista, professor da UMESP e da USP, diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa. Editor de 4 sites temáticos e de 4 revistas digitais de comunicação

fonte: Portal Imprensa

Madonna arrebata valor inédito em uma turnê

dezembro 21, 2008
Fotos do 2º show de Madonna no Rio
Fotos do 2º show de Madonna no Rio
Veja as fotos do primeiro show de Madonna no Maracanã!
Veja as fotos do primeiro show de Madonna no Maracanã!
Madonna arrebata valor inédito em uma turnê
AgNews
Madonna é mesmo a rainha do pop. Neste domingo (21), a diva encerra a turnê mundial “Sticky & Sweet” com um show no estádio do Morumbi, em São Paulo. Segundo publicado pelo “Jornal da Tarde”, a mega turnê arrecadou um valor inédito no mundo da música: R$ 646 milhões.
A diva levou fãs de diversos países ao delírio durante o espetáculo de suas apresentações. A turnê começou em 23 de agosto em Cardiff, País de Gales, depois passou por Los Angeles, Lisboa, Santiago, Buenos Aires, Rio de Janeiro e por último São Paulo.
Madonna mostrou que aos cinqüenta anos ainda consegue ser a grande estrela do momento. Com coreografias sensuais e figurinos, que exaltam sua boa forma, a cantora reuniu uma média 65 mil pessoas por show.
Durante as apresentações, ela mostrou um mix dos novos sucessos como “Miles Away” e “Candy Shop”, e clássicos de sua carreira nos anos 80 como “Like a Virgin” e “Like a Prayer”.
Entre os números da cantora estão 3500 peças de figurino da turnê, 180 cotonetes para maquiagem, 100 pares de meias tipo “arrastão”, 10 guitarras elétricas, 8 figurinos durante cada show, 5 pessoas para auxiliar a diva na troca de figurinos, que leva em média 1,5 minutos, 1 massagista, 1 fone de ouvido cravejado de cristais para o DJ, e até mesmo 3 ciganos que tocam instrumentos durante os shows.
fonte: MSN