Archive for 19 de dezembro de 2008

Entendendo a Insônia

dezembro 19, 2008
 
 
Esta falta de sono apresenta três características fundamentais: a dificuldade para pegar no sono, dificuldade em manter-se dormindo e o acordar precocemente sem conseguir voltar a dormir novamente.

Cada uma destas características surge em um determinado estágio da insônia, por exemplo, a dificuldade em pegar no sono geralmente ocorre em seu estágio inicial.

A dificuldade para manter-se dormindo, por um horário contínuo, já indica um estágio intermediário. A insônia conhecida como terminal, é aquela quando o indivíduo desperta precocemente e já não consegue mais voltar a dormir.

Sabe-se que muitas podem ser as causas desencadeantes da insônia, entre elas estão os fatores físicos e os fatores psicológicos.

Entre as causas físicas podem ser considerados o excesso de luz, mesmo quando esta se encontra do lado externo do dormitório, cama desconfortável, alguma doença das vias respiratórias, pois estas, geralmente dificultam a respiração causando grande desconforto. A poluição sonora, ou seja, a vivência em ambientes com altos níveis de ruídos também desencadeia a insônia..

As causas psicológicas também podem ser muitas, como estresse, excesso de preocupações, depressão, excesso de emoções, como por exemplo, alegria excessiva, ansiedade, etc.

Uma boa medida para amenizar os quadros de insônia é procurar tranqüilizar a mente, realizar atividades físicas preferencialmente no horário da manhã, não ingerir café ou qualquer outra substância estimulante antes de dormir, entre muitas outras.

Conheça algumas dicas que podem melhorar suas noites de sono:
-Vá para a cama somente quando estiver com sono;
-Mantenha horários regulares para deitas e levantar;
-Não deite com fome ou sede;
-Não coma ou beba muito antes de se deitar;
-Procure dormir em ambiente com boa temperatura, escuro e silencioso;
-Evite Estimulantes ou ladrões do sono como nicotina, café, chá preto, refrigerantes e erva-mate;
-Evite exercícios físicos próximos da hora de se deitar;
-Evite levar problemas para resolver na cama.

 

 

fonte: Laboratórios Roche

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“Appetite For Destruction”, Guns n’ Roses: Uma estréia com muito apetite

dezembro 19, 2008

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 Os primeiros acordes de guitarra já anunciavam algo diferente. Com o “Oh my God” e o berro de Axl Rose que vinham em seguida, não havia mais dúvidas: mais uma grande banda estava surgindo. E era exatamente tudo o que o rock precisava naquele ano de 1987, quando o Guns n’ Roses lançou o seu primeiro álbum. Axl Rose, Slash, Duff McKagan, Izzy Stradlin e Steven Adler, com uma média de idade de 25 anos, já entravam, naquele momento, para a história do rock.

O Guns n’ Roses podia (e ainda pode, apesar de tantas mudanças) ser considerada uma banda essencialmente de hard rock. A voz rascante de Axl Rose, a guitarra alucinante de Slash, e a cozinha com o baixo de Duff, a guitarra-base de Izzy e a bateria de Adler faziam uma maçaroca sonora que, timidamente marcou os norte-americanos para depois conquistar o mundo.

Inicialmente, Paul Stanley, do Kiss, iria produzir “Appetite For Destruction” (lançado a 31 de julho de 1987), mas a bola acabou ficando com Mike Clink. Para o álbum, gravado no Rumbo Studios, localizado em um subúrbio de Los Angeles (quanta diferença para os 14 mega-estúdios de “Chinese Democracy”…), Slash pretendia fazer algo parecido com o Aerosmith. Já o seu colega Axl Rose preferia uma sonoridade parecida com a de “Ride The Lightning”, lendário disco do Metallica. Nem um, nem outro! E esse talvez seja o motivo de o Guns n’ Roses surgir com uma sonoridade tão original. Aliás, a idéia inicial era gravar o álbum ao vivo, de uma tacada só, em estúdio. Mas, naquela época, Axl Rose já era perfeccionista…

O desenho da capa concebida pelo pintor californiano Robert Willians já começou causando polêmica. A imagem de uma mulher, provavelmente estuprada, e com um robô segurando o seu coração não agradou muito às emissoras de rádio e televisão, que acabaram por não promover o disco. Além do mais, as suas letras estavam cheias de referência a drogas. E somente a palavra “fuck” era berrada por Axl 13 vezes, nas 12 faixas de “Appetite For Destruction”.

Por conta de tudo isso, o álbum, logo que lançado, vendeu apenas 200 mil cópias nos Estados Unidos. David Geffen, o dono da gravadora, ficou relativamente feliz com o resultado da estréia, e começou a pressionar para que a banda entrasse logo em estúdio para gravar o seu segundo trabalho. Mas aí, a mágica aconteceu, e o talento venceu a hipocrisia. O Guns n’ Roses gravou um videoclipe para a faixa de abertura “Welcome To The Jungle”, e a MTV começou a veiculá-lo incansavelmente. Da noite para o dia, as vendas aumentaram em mais de dez vezes, e “Appetite For Destruction” chegou ao topo da parada da Billboard, e por lá ficou durante 3 semanas.

Mas o maior hit do álbum ainda estava por vir. “Sweet Child O’ Mine”, com aquele já clássico solo de guitarra de Slash, virou single, e o álbum voltou para ficar mais cinco semanas no topo da Billboard. Resultado: em 18 meses, o disco, antes renegado, vendeu 35 milhões de cópias ao redor do planeta. Até hoje, o disco já foi comprado por 16 milhões de consumidores nos Estados Unidos.

Ademais, a revista Rolling Stone nomeou “Appetite For Destruction” o 27º melhor álbum dos anos 80, e 61º na votação para melhor de todos os tempos. Já a britânica Kerrang! foi mais direta. Em recente pesquisa, “Appetite For Destruction” foi eleito o melhor álbum de rock de todos os tempos pela revista.

Mas o disco de estréia do Guns não parava em “Welcome To The Jungle” ou “Sweet Child O’ Mine”. Além delas, havia também outro single arrasa-quarterão. “Paradise City”, que estava escondida lá no final do lado B do vinil, rodou na MTV até cansar, e, até hoje, encerra os escassos shows do Guns n’ Roses. A canção, assim como “Sweet Child O’ Mine”, chegou ao primeiro lugar da parada de singles da Billboard.

“Mr. Brownstone”, com a sua referência à heroína (“We been dancin’ with / Mr. Brownstone / He’s been knockin’ / He won’t leave me alone”), foi outra que tocou bastante. “It’s So Easy”, com a clássica levada de baixo na introdução, foi lançada antes do álbum, no single de estréia da banda. Uma versão mais apurada acabou entrando em “Appetite For Destruction”.

Outras grandes canções do disco são a autobiográfica “Out Ta Get Me”, que fala sobre os problemas de Axl Rose com a polícia (“They’re out ta get me / They won’t catch me / I’m innocent / They won’t break me”), e que abria todos os shows da banda, antes do sucesso; “You’re Crazy”, que ganhou uma versão elétrica pesadíssima, bem diferente da acústica que a banda havia gravado anteriormente, e que acabou entrando no disco seguinte, “Lies”; e “Rocket Queen”, que conquistou com a sua sonoridade deliciosa. Já “Anything Goes” é considerada, de forma unânime, a mais fraca do álbum. Mas àquela altura, quem é que vai reclamar de um álbum, que ainda tinha “Nightrain” e “My Michelle”?

“Appetite For Destruction” é tudo isso e mais um pouco. Dá até pena pensar que Axl Rose e seus novos companheiros demoraram mais de 15 anos para gravar um álbum que não chega nem aos pés desse clássico disco de estréia…

Faixas:

1) Welcome To The Jungle

2) It’s So Easy

3) Nightrain

4) Out Ta Get Me

5) Mr. Brownstone

6) Paradise City

7) My Michelle

8) Think About You

9) Sweet Child O’ Mine

10) You’re Crazy

11) Anything Goes

12) Rocket Queen

 

Fonte: Esquina da Música

TV Digital está em oito capitais e conversores ficaram 82% mais baratos

dezembro 19, 2008

 

 

 

Em entrevista com jornalistas para o Bom Dia Ministro, com duração de uma hora e transmitida para rádios de todo o País, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, falou sobre a TV Digital e da instalação de banda larga nas escolas da rede pública. O programa é produzido pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República e transmitido via satélite. Leia abaixo os principais trechos.

TV Digital – “A TV Digital já está em oito capitais brasileiras e em um pólo importante, que é Campinas. Está chegando agora no interior de São Paulo e depois no interior do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Já estamos com a tecnologia 3G implantada há cerca de seis meses. Foram seis meses de muito esforço por parte das companhias de telefonia móvel para a implantação em tempo recorde desta nova tecnologia, que já está nas principais capitais brasileiras e em várias cidades do interior. Cidades menores, de até 100 mil habitantes, já estão recebendo a tec nologia de terceira geração.”

Conversores – “Em Belo Horizonte, nas principais lojas de eletroeletrônicos você é possível comprar o conversor da TV Digital por R$ 240,00 Olha a diferença. Quando lançamos a TV Digital, em dezembro de 2006 em São Paulo, o conversor custava R$ 1.400, e naquela época eu disse : não compre porque está caro demais. Na verdade, era mais caro que um IPhone, que um DVD, que um televisor. Mas, hoje, o conversor popular já está sendo vendido a R$ 240,00. Não só em BH, mas nas principais capitais e cidades onde já temos a TV Digital. Se você quiser um conversor um pouquinho diferente ele pode até ser mais bonito na apresentação, mas ele faz a mesma coisa que faz o conversor de R$ 240. O mais caro hoje no mercado custa R$ 450,00. Então houve uma queda de preço formidável.”

Sistema brasileiro – “Tivemos muita preocupação na definição do sistema brasileiro de televisão digital, porque temos três sistemas que estão implanta dos no mundo inteiro: americano, europeu e asiático (japonês). Por que decidimos por um sistema baseado no sistema japonês? Porque os outros dois sistemas, o americano e o europeu, não atendiam às necessidades das políticas públicas de comunicação do Brasil. Por exemplo: o americano só transmite para um televisor fixo. O europeu usa praticamente e exclusivamente o sistema stander de televisão. Não faz alta definição como o sistema americano. E, quando faz a transmissão móvel, é preciso usar uma linha telefônica. Então, tenho que pagar a companhia telefônica para receber a imagem de televisão no meu celular ou no carro. Isto praticamente inviabiliza porque a US$ 1,25 o minuto de televisão transmitido para o seu celular quem vai poder paga? No Brasil se fosse um real, como se paga hoje pelo pré-pago, você ainda sim não poderia ver televisão no celular. Porque pra você ver um capítulo da sua novela enquanto você está viajando no ônibus ou no trem você vai pagar R$ 60,00. É uma coisa absurda, então decidimos pelo sistema japonês que faz tudo isso gratuitamente.”

Crise e TV Digital – “Essa crise, curiosamente, não chegou no setor de telecomunicações, até pelo fato de que, aqui entre nós, quanto maior a crise, mais gente fala no telefone. Mas se queremos ouvir mais notícias ficamos agarrados na televisão ouvindo o que está acontecendo. Então, acho que o último lugar que essa crise vai chegar é neste setor. Todas as empresas estão investindo e multiplicando seus esforços. Mas é evidente que, como a crise é mundial, terá alguns reflexos no Brasil. O primeiro foi o aumento do dólar. Isto dificulta um pouquinho quanto ao custo dos aparelhos, que são importados. Mas o Brasil já está fabricando os principais instrumentos da TV Digital e do rádio digital, por exemplo. Estamos exportando os transmissores da TV Digital para os Estados Unidos. O maior exportador de transmissores de TV Digital hoje para os Estados Unidos é o Brasil. Produzimos ess es transmissores em Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais, e na Zona Franca de Manaus. O Brasil está muito preparado para enfrentar a cris e e está muito bem no setor de telecomunicações. Ao invés de estarmos importando a maioria dos equipamentos, estamos exportando.”

 

Transmissão – “Temos a transmissão em alta definição para os receptores fixos se quisermos fazer as transmissões standers como o sistema europeu. Mas fazemos a transmissão móvel e a para o celular gratuitamente, ou seja, não custa nada.Em todas as sete capitais brasileiras, mais Campinas, onde já estamos atuando com a TV Digital, você já tem rigorosamente o que eu disse: a televisão em alta definição, a stander, a móvel e a fixa.. O sistema brasileiro de televisão digital é avançado, e tem ferramentas especiais. Pegamos o sistema japonês e melhoramos, porque a interatividade que existia no sistema japonês era toda voltada para o comércio eletrônico. Por mais que a gente queira entender a importância do comércio eletrônico, para nós a interatividade é importante na medida em que você pode usar essa ferramenta. A TV D igital, numa sala de aula onde você pode transmitir para todo Brasil, não é só o professor que fala. O aluno também pode.”

Banda Larga nas escolas – “No momento, estamos na primeira fase de implantação do sistema, colocando pelo menos um kit telecentro em cada um dos municípios brasileiros. Todos receberam, nos últimos 18 meses, um kit completo para se fazer a recepção de internet banda larga. Isso são computadores, roteadores, DVDs, projetores, telões etc. Nas cidades do interior, normalmente se tem em uma de cada 100 escolas. Quando há até três escolas, coloca-se em todas. Quando há mais dez escolas, passamos para a segunda fase do programa que é a instalação da banda larga direto pelas companhias telefônicas. Fizemos um convênio com as companhias no ano passado em que ficou acordado que elas tinham que investir neste ano aproximadamente R$ 1,2 bilhão para instalar pequenas cabines telefônicas para cada 50 mil habitantes em todas as cidades do Brasil. Essas c abines vinham com acesso à internet discada, um fax e um telefone. Com um problema: o usuário teria que pagar pelo serviço. Então, fizemos um acordo com as companhias. Em vez de instalarem essas cabines telefônicas, elas se comprometeram a instalar a internet banda larga nas escolas. Até 2010, chegaremos a 50 mil escolas. Neste momento, já estamos em dez mil. Nossa proposta é chegar até maio ou abril do ano que vem com 18 mil escolas no Brasil inteiro. O programa vai chegar a 142 mil escolas em cinco anos. É evidente que há uma certa dificuldade em atender certas áreas remotas, onde ainda não há sequer uma ligação telefônica capaz de suportar a banda larga. Estamos começando pela zona urbana. Mas, atendendo a zona urbana, já vamos cobrir, até o final deste governo, 85% de todos os estudantes da rede pública.”

Inclusão digital – “Temos algumas experiências que são formidáveis. Realizamos alguns testes antes de começarmos a fazer a implantação da banda larga em t odo País. A idéia começou a partir do sentido de que nós, levando a banda larga às escolas, estaríamos ajudando não só os alunos, mas também os professores e a própria comunidade. Na maioria das pequenas cidades do Brasil, a escola é o centro da atenção. Quando se coloca um telecentro completo, com 12 computadores e mais todos os móveis necessários, e instala a conexão banda larga, é dada a comunidade uma extraordinária opção em fonte de pesquisas, informação, de participação em ações da comunidade, do estado, do País e até do exterior. A banda larga é uma nova ferramenta de interação no mundo inteiro. Isso está acontecendo em todas as cidades. Evidentemente que muita gente ainda precisa aprender a mexer com essa nova tecnologia. Os jovens não costumam ter problema. Para as crianças então, é algo formidável. Os mais velhos é que precisam ter uma interação maior com o computador.”

Eficácia – “A eficácia do programa é medida de acordo com o que se fez no exterior com muito sucesso. Estamos acompanhando, por exemplo, a implantação de programas de banda larga nos Estados Unidos, na Europa e em alguns países da América Latina. Estamos entendendo que a internet é absolutamente essencial. Ela não pode mais faltar na sala de aula, nem deixar de ser usada por aqueles que estão aprendendo. Dados dos ministérios das Comunicações e da Educação mostram que, quando se coloca internet em uma escola, o rendimento dos alunos aumenta em mais de 80%. Tenho alguns exemplos formidáveis. Em Tiradentes, Minas Gerais, onde fizemos um dos primeiros projetos de banda larga nas escolas, o rendimento dos alunos foi 80% melhor nos primeiros seis meses.”

Acesso digital – “Temos apenas oito anos, porque já se passaram dois desde o momento em que assinamos, em 2006, o Decreto nº 5.820. O tempo é suficiente, sim. Na verdade, o que estamos observando no mundo inteiro é que o processo digital veio para ficar. Ele já está definido nos EUA, na Europa, na Ásia e o estamos definindo no Brasil e na América do Sul. Vamos, inclusive, levar o nosso projeto de TV Digital para a Argentina, que já e stá praticamente assinado, para o Chile, Peru, Venezuela, entre outros países. O sistema digital vai diminuir custos. Se você for sair hoje no mundo inteiro para comprar equipamento analógico, não conseguirá encomendá-los. Com isso, os preços vão caindo. Em 2016, vamos desligar o sistema analógico, como acontecerá em três meses nos Estados Unidos. Os europeus e japoneses programaram o desligamento do sistema analógico em 2010. Se não fizermos o mesmo, ficaremos atrasados. O Brasil entrou na era digital, deu um passo definitivo. Estamos vivendo em um momento de plena convergência mundial. De repente, o seu televisor passa a ser um ponto de acesso de comunicação, não será apenas um televisor. Haverá a internet e telefone pelo televisor. Tenho certeza que o sistema será muito bom para o País inteiro, porque resolveremos alguns problemas clássicos da televisão. Quando começamos a fazer os primeiros testes, fomos para São Paulo, que é a praça mais difícil pela barreira dos edifíc ios e tamanho da cidade. Hoje, toda a região metropolitana de São Paulo está coberta com a TV Digital, com imagem perfeita. Com o sinal digital não existe meio termo – ou se recebe a imagem perfeita ou não se recebe imagem nenhuma. Apuramos que, na Grande São Paulo, 85% das imagens da TV analógica são deficientes.”

 

 

 

fonte: Pantanal News

Conheça as opções para passar o vídeo para o PC

dezembro 19, 2008

Depois que fizer suas gravações, você precisa transferir seus vídeos para o computador para poder assisti-los fora da câmera, editá-los para criar DVDs ou postá-los no YouTube. É um processo fácil, mas, dependendo da tecnologia de armazenamento, há diferenças.

O primeiro passo, independentemente da tecnologia usada, é instalar no PC o programa que acompanha a filmadora. Ele facilita o processo de transferência e dá ao computador condições de “entender” os vídeos, reproduzindo-os depois.

As filmadoras MiniDV têm a desvantagem de demorar mais para transferir o vídeo para o PC (em alguns casos, demora o tempo da gravação). E nem sempre essas filmadoras contam com conexão USB, a mais fácil de usar. Mas todas vêm com saída FireWire – também conhecida como i.Link ou IEEE 1394 – e exigem que seu PC ou notebook possua a mesma conexão.

A maioria dos notebooks voltados à multimídia conta com essa conexão, caso contrário uma placa FireWire para PC custa em média R$ 30.

PCs normalmente usam placas com conectores de 6 pinos. Notebooks e filmadoras usam o padrão de 4 pinos. Para fazer com que os aparelhos “conversem”, é só usar um cabo compatível. Para o PC, compre um cabo FireWire 4×6 pinos. No notebook, use o 4×4.

Uma vez que a filmadora e o PC estejam conectados, o software da própria filmadora – ou um editor de vídeo especializado, como o Adobe Premiere – se encarrega de guiá-lo durante a transferência do vídeo.

Nas filmadoras que gravam em disco rígido ou memória flash interna, o processo é mais simples. É só conectar o cabo USB entre o aparelho e o PC e copiar os arquivos de vídeo para o seu HD do computador. Ainda assim, vale instalar o programa que vem com a filmadora porque alguns PCs podem não rodar e editar os vídeos. O mesmo vale para vídeos gravados em cartões de memória.
fonte: Estadão

Filmadora digital já cabe no seu bolso

dezembro 19, 2008

 Por Jocelyn Auricchio

 As camcorders digitais – ou filmadoras, como são popularmente chamadas no Brasil – deram um salto de qualidade brutal nos últimos 12 anos, com inovações importantes principalmente nas formas de armazenamento das imagens e transferência para o PC.

Entretanto, no Brasil essas câmeras sempre foram caríssimos brinquedos tecnológicos, acessíveis apenas a quem pudesse gastar alguns bons milhares de reais. Por isso nos últimos anos muita gente apelou para a função de vídeo de câmeras fotográficas digitais – que até resolvem o problema no caso de pequenos vídeos sem maior compromisso, mas não se comparam ao resultado obtido com equipamentos especializados em filmar.

Também não adianta comprar uma daquelas filmadoras baratinhas que aparecem nos comerciais. Afinal, em vídeo não há milagre: um bom equipamento requer lente de boa qualidade, bateria durável e, principalmente, precisa oferecer uma qualidade de imagem aceitável, com fidelidade de cores e bom contraste. A boa notícia é que, mais recentemente, os preços de camcorders no País caíram e, por menos de R$ 1 mil, já é possível comprar um equipamento simples, mas razoável.

CONHEÇA AS DIFERENÇAS – A opção mais econômica são as filmadoras que gravam em MiniDV, uma minúscula fita magnética que registra digitalmente os vídeos. Oferecem qualidade de vídeo bastante satisfatória, muitas vezes melhor do que a imagem registrada nas antigas câmeras de VHS.

O único inconveniente é o tempo que leva para transferir o vídeo para o computador. Normalmente um vídeo de 1 hora leva cerca de meia hora para ser transferido, mas modelos mais antigos podem levar o mesmo tempo de gravação para realizar a transferência.

Já as camcorders que gravam os vídeos em um disco rígido interno são práticas porque a transferência dos arquivos para o computador é muito rápida. Além disso, podem estocar várias horas de gravação no HD.

Mas a tecnologia mais interessante do momento se encontra nas filmadoras que usam memória flash, tanto interna como na forma de cartões de memória (que também estão mais espaçosos e mais baratos). A maioria já grava em MP4, um padrão de compressão de vídeo mais eficiente, que consome menos espaço por minuto de vídeo gravado. Resultado: no mesmo espaço, é possível gravar vídeos de melhor qualidade, com mais detalhes.

Além disso, a memória flash é um dispositivo de armazenamento em estado sólido, sem partes móveis, e filmadoras dotadas dessa tecnologia são bastante resistentes.

Para quem possui uma TV de plasma ou LCD, a filmadora precisa registrar imagens em alta definição. Há modelos tanto com disco rígido quanto com memória flash. A qualidade de vídeo é incomparável, mas o preço é bem superior ao de uma filmadora de definição padrão.

Com a proximidade das festas de final de ano e das férias de verão, foram testados alguns modelos à venda que gravam tanto em MiniDV, quanto em disco rígido ou cartão de memória. Qual será o mais adequado a você e ao seu bolso?