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O fenômeno Winning Eleven

dezembro 29, 2008

 

Lance de jogo no WE

Que a série FIFA é a mais tradicional do futebol virtual, há pouquíssimas dúvidas. Afinal, é a mais antiga do meio, existente desde 1994, e, independentemente da preferência, sempre obteve vendagens de respeito, especialmente nos anos 90 e em suas últimas duas versões. No entanto, diretamente do Japão, vem a franquia que mais se aproxima da tradição do game da EA Sports, possui traços provenientes do sucesso International SuperStar Soccer (já discorrido na coluna passada), e se tornou, especialmente no Brasil, a série de mais sucesso no mercado: Winning Eleven (WE), ou Pro Evolution Soccer (PES).

Conhecido pelas notáveis evoluções na jogabilidade, na realidade visual e virtual e na Inteligência Artificial (IA) da máquina, WE/PES foi, aos poucos, ganhando notoriedade ao redor do mundo, fazendo com que o jogo, inicialmente lançado com as equipes da J-League apenas para animar o público oriental, aparecesse alguns anos depois nas lojas com um novo modo de jogo envolvendo clubes, a hoje famosa Master League, provavelmente o mais famoso modo já desenvolvido para um game de futebol — ao menos, é o mais celebrado —, revolucionando o desporto virtual.

Vale lembrar que aqui se deseja transcorrer sobre a história, e não opinar sobre a velha pergunta “quem é melhor? FIFA ou Winning Eleven?”, já que ambos possuem diferentes pontos onde superaram o rival. Essa discussão é válida, e fica a cargo dos “torcedores”. Mas uma coisa é certa: ao menos no Brasil, a força de Winning Eleven em relação a FIFA é inquestionável.

Para chegar aonde chegou, WE travou muitas batalhas, tanto para “derrubar” um rival interno (ISS não deixava de ser um adversário, apesar de bancar o início da série), como para se igualar e mesmo se sobrepor a FIFA, embora, no confronto direto entre as duas últimas versões, a EA Sports conseguiu recuperar o tempo perdido e acirrou a rivalidade com a Konami no mercado do futebol virtual.

Essas batalhas tiveram início em julho de 1995. À ocasião, como comentado na coluna passada, os japoneses investiam todas as suas fichas em sua filial de Osaka e na produção de ISS para Nintendo. No entanto, os jogos da série começavam a apresentar menores vendas no Japão, apesar de se popularizarem com força fora do País. Com isso, lançou-se na Terra do Sol Nascente o jogo Winning Eleven, produzido pela KCET, representante da Konami em Tóquio, voltado ao Playstation.

Em sua versão inicial, o game continha jogadores da J-League, com gráficos em terceira dimensão e até as fotos dos jogadores que estavam com a marcação de comando. No mesmo ano, chegou às lojas a versão internacional do jogo, com o nome World Soccer Winning Eleven, que em terrenos ocidentais, recebeu a alcunha de Goal Storm. Graficamente, o jogo não era dos mais feios, embora o corpo dos jogadores fosse bastante desproporcional ao restante do corpo. A câmera era próxima demais do campo, e a movimentação dos cyberatletas, bastante dura. Ainda assim, permitia uma boa diversão.

Mas seria a partir do ano seguinte que, com reformas gráficas evidentes, maior velocidade e uma jogabilidade infinitamente superior ao sucessor, que WE começaria a cativar orientais e, em pouco tempo, também os ocidentais. Na ocasião, a Konami lançou Winning Eleven 97, primeiramente para o público japonês, com as equipes da liga local. Inovações na série como a inclusão das barras de força para o chute e aquela onde se podia observar se o time está com mais defensivo ou ofensivo estão entre as novidades dessa versão, que chegou ao nosso lado do mundo em 1997 com o nome que ajudou a Konami a se popularizar no futebol (International SuperStar Soccer) e com o sufixo que a marcaria em suas edições ocidentais (Pro).

Em 1998, ano de Copa do Mundo e que marcou a estréia do futebol japonês em mundiais, é claro que a Konami não ia ficar de fora, especialmente porque a rival EA Sports colocara no mercado o festejado FIFA 98. Com isso, a empresa nipônica, que detinha os direitos da utilização de nomes oficiais do Mundial para sua versão japonesa, lançou o jogo Winning Eleven 3 Internacional, que, no ocidente, chamou-se International SuperStar Soccer Pro 98. O game tinha as seleções que disputariam a Copa, com uniformes quase idênticos, reformas gráficas e de jogabilidade e a possibilidade de se editar o nome dos jogadores (que, pela falta de licença na versão ocidental, eram ‘falsos’).

No entanto, a já citada e criticada pirataria voltou a atuar em games da Konami, e, mais precisamente, em ISS Pro 98, visto que versões “especiais” com a liga argentina e mesmo a peruana foram produzidas através da database do jogo. São os primeiros relatos de alterações de dados na série Winning Eleven que se têm registro, ao menos no lado ocidental do planeta. No Brasil, as piratarias, aparentemente, até então, ficaram mesmo no Super Nintendo.

Apesar do estrondoso sucesso do rival FIFA 98, ISS Pro 98 obteve resultado respeitável, tanto que a Konami resolveu fazer uma versão especial, com gráficos ainda melhores, novas opções de câmera (nascia aí a visão como se fosse em uma transmissão televisiva), com as seleções que foram à França e seus respectivos titulares e reservas. Tratava-se de Winning Eleven Final Version, colocado no mercado em dezembro. Um detalhe gráfico, aliás, até curioso, é o das redes do gol. Em nenhuma outra versão de WE elas foram tão fundas…

Crescendo com a Master League

Mas foi em 1999 que chegou ao mercado a versão do jogo japonês que iniciaria o boom que o game teve no século XXI. Era Winning Eleven 4, game que marcou o início do modo de jogo mais celebrado nos games do meio: a Master League. Basicamente, tratava-se de uma liga onde o jogador, embora pudesse selecionar qualquer uma entre 16 equipes, tinha à disposição um elenco limitadíssimo, e, com os pontos obtidos junto às vitórias, podiam-se contratar novos atletas e, dessa forma, montar o melhor time do mundo.

O modo marcou a chegada de times internacionais a um game que se notabilizou no embate entre seleções, e, de certa maneira, reforçou uma tendência mundial, a de ser focar com mais atenção o futebol de clubes. Basta dizer que o rival FIFA 99 marcou uma grande valorização das competições por equipes, com um torneio especial com times europeus e a introdução da Liga dos Campeões, da Recopa e da Copa da UEFA, ainda que com outros nomes. Isso comprova também o porquê de essas duas séries terem alcançado o sucesso: por estarem de olho nas tendências mundiais do futebol.

Vale aqui outra análise: A Master League, aliás, é um dos motivos pelo qual o futebol internacional ganhou notoriedade entre os jovens no Brasil. Adeptos do game passaram a acompanhar com muito mais atenção aos campeonatos internacionais. Isso, de certa forma, gerou “preconceito” por parte de torcedores que acompanham alguns desses clubes há mais tempo e classificam essa garotada como “modinha”. Na verdade, essa nova turma passa apenas por um processo natural, fruto da expansão do mercado de games no mundo. No Brasil, ainda se caminha a passos lentos, mas já se vislumbram novos horizontes, com a vinda de empresas e o aumento de cursos voltados à produção de jogos.

Voltando ao tema central, WE4 colocou também o modo Olimpíadas, onde o jogador deveria conduzir sua seleção à medalha de ouro. Graficamente, apresentava polígonos melhor desenhados e uma imagem mais leve, embora o game fosse, tecnicamente, um pouco mais lento que as versões anteriores. Na jogabilidade, foi introduzida a possibilidade de se dar dribles de jogar qualquer zagueiro no chão — o hoje famoso quadrado e “xis”.

O game fez sucesso até nos Estados Unidos, onde o futebol sempre esteve atrás de outros esportes. Tanto que foi criado o jogo MLS Game Night, seguindo a linha do Winning Eleven 4, mas com as doze equipes que disputavam, à ocasião, a Major League Soccer. Algumas diferenças eram visíveis. Os gráficos eram levemente superiores, apesar de a jogabilidade ser complicada. Curiosamente, o domínio de bola dos cyber-atletas estadunidenses era muito ruim, e, por muitas vezes, falhas absurdas (até fora do controle próprio jogador) ocasionavam gols inacreditáveis.

A fórmula seria seguida na série e, obviamente, reproduzida na versão ocidental como ISS Pro Evolution (mais uma vez, apesar de o game ser da filial de Tóquio da Konami, evidencia-se o interesse em manter certa ligação entre WE e ISS e, de certa maneira, facilitar uma transição na nomenclatura). A partir daquele momento, e, aliado às primeiras inércias da EA Sports com FIFA, a franquia ganhou moral e se estabeleceu não apenas como rival do game da EA Sports, mas já visava o topo.

A dominância da série ganhou força no Playstation 2. Bombeada com uma maior possibilidade gráfica e de velocidade (já que, no PS1, a medida que os games seguiam, por cada vez mais se aproximarem da capacidade limitada do console, ficavam mais lentos), a franquia adotou visuais nunca antes vistos na série. A jogabilidade e a riqueza de detalhes que caracterizaram os games da era anterior puderam ser aprimoradas. Isso começou com Winning Eleven 5, jogo que teria, pela primeira vez, o nome com o qual passaria a ser lançado no ocidente: Pro Evolution Soccer.

Manutenção na ponta

Dessa versão em diante, a série passou a colher vitórias atrás de vitórias, sendo lançada, inclusive, para outras plataformas, o que confirmava a real intenção de se tomar de vez todo o mercado do futebol virtual. A começar com PES 2 (ou Winning Eleven 6), que, além de ser lançado para Playstation 2, chegou pela primeira vez aos computadores, terreno onde FIFA tinha amplo domínio (e, de certa forma, manteve-o, até por já ter um mercado que, ao longo do tempo, mostrou-se solidificado e de difícil alteração).

Com o tempo, os consoles rivais da Sony também ganharam versões do jogo, em franca expansão. O Xbox, vídeo-game que marcou a entrada da Microsoft no ramo, iniciou-se na série a partir de Winning Eleven 9/PES 5, em 2005. Seu sucessor, o Xbox 360, recebeu PES 2007, jogo que marcou também o primeiro lançamento de um game da franquia para um console da Nintendo — no caso o Nintendo DS. Ainda no PES 2007, surge um novo modo de jogo, o International Challenge, onde o objetivo é classificar uma seleção para a Copa do Mundo e buscar o título. O modo existiu em versões japonesas do game, e, no caso, a equipe a se defender era a nipônica.

O grande empecilho, no entanto, atendia pelo nome “licenciamento”. Empecilho, aliás, que seguia desde as versões iniciais, envolvendo apenas seleções. Com os games da EA Sports tendo direito à utilização de nomes oficiais, tanto de atletas como de equipes, além da própria reprodução de escudos e uniformes, coube a Winning Eleven investir nos diferenciais, já que na variedade de opções de jogo, seria complicado. A maior possibilidade de inovações permitidas por consoles das novas gerações foi essencial para que o game da Konami crescesse no gosto mundial.

Mas tal como ocorrido em ISS e no princípio de WE, ainda no Playstation, a pirataria rolou solta, especialmente a partir de Winning Eleven 4, com “edições especiais” do Campeonato Brasileiro, da Libertadores e outras que reuniam equipes nacionais e européias. Curiosamente, cada uma mais bem detalhada que a outra. Quando o jogo chegou ao PS 2, isso não foi diferente. Pelo contrário: esse “projeto” de alteração de dados cresceu, a ponto de, para muitos, isso não ser mais visto como “pirataria”, e sim como “outras versões adaptadas”, como inclusive descreve a Wikipédia sobre o tema.

De olho no retrovisor

Há dois anos, no entanto, a Konami “parou no tempo”. Sem grandes mudanças, especialmente para a versão 2008, os japoneses viram a EA Sports acordar na produção dos últimos FIFA, tanto que, para muitos especialistas da área, como o jornalista do ArenaTurbo Caio Teixeira, chegava-se a se confundir um jogo com o outro, em alguns momentos. A tática da Eletronic Arts foi evidente: se não pode vencê-los, junte-se a eles. Apesar de a jogabilidade de FIFA não se igualar a de WE/PES, ficou claro, com os resultados das últimas versões, que EA Sports já funga com vontade no cangote da Konami.

Isso se confirma com as análises feitas pelas revistas especializadas acerca de ambos os games, que colocam FIFA 2009 com avaliações melhores que WE/PES 2009. Ainda assim, é difícil falar em decadência, já que, se há uma modalidade onde os games, a cada ano, aproximam-se cada vez mais da realidade, essa é o futebol. E quanto mais acirrada for essa rivalidade, melhor para nós que estamos com a manete nas mãos. Foi com essa idéia que WE se tornou o que é hoje, e, se a reciclar, poderá voltar ao topo de forma isolada. Basta não ficar na inércia dos últimos dois anos.
 Fonte: Trivela

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Vídeo do Peugeot 308cc conversível

dezembro 29, 2008

“A Peleja do Diabo Com o Dono do Céu”: a obra-prima de Zé Ramalho

dezembro 28, 2008
 
Em 1974, Zé Ramalho já havia participado da banda The Gentlemen, bem como gravado o antológico “Paêbirú”, ao lado de Lula Côrtes. Dois anos depois, quando chegou ao Rio de Janeiro, Zé Ramalho da Paraíba (como era conhecido), já era um compositor de mão-cheia, com sucessos na cartola, como “Vida do Sossego” e “Chão de Giz”. No mesmo ano, conheceu o produtor Carlos Alberto Sion e gravou uma demo. Entretanto, as gravadoras não se interessaram no som não muito convencional de Ramalho.

Mas quando diretor de televisão Augusto César Vanucci mostrou a canção “Avôhai” para a sua esposa, a cantora Vanusa, as coisas começaram a mudar de figura. Com a gravação de Vanusa, e uma forcinha de seu amigo Fagner, Zé Ramalho foi contratado pela gravadora CBS (atual Sony/BMG). Daí, foi só Zé Ramalho entrar em estúdio e gravar o seu primeiro álbum solo, que levava o seu nome no título. “Zé Ramalho”, que foi lançado em 1978, trazia sucessos “místicos”, como “Avôhai” (agora, finalmente, gravado pelo seu compositor), “A Dança das Borboletas” e “Chão de Giz”.

No ano seguinte, Zé Ramalho entrou em estúdio para gravar “A Peleja do Diabo Com o Dono do Céu”. No entanto, as canções viajantes do primeiro disco deram lugar a algo mais politizado. Em razão disso, esse novo álbum, que contava com uma foto na capa do compositor ao lado do cineasta Zé do Caixão e da atriz Xuxa Lopes, em uma imagem de cordel, trazia canções que chegaram até a incomodar um pouquinho o governo militar, como “Admirável Gado Novo” e a própria faixa-título.

Extremamente bem produzido (mais uma vez, Carlos Alberto Sion foi o responsável), o álbum rendeu a Zé Ramalho o seu primeiro disco de ouro. Naquela época, o paraibano já estava compondo canções para os discos de colegas como Elba Ramalho, Fagner e Geraldo Azevedo.

A abertura de “A Peleja do Diabo Com o Dono do Céu”, exatamente com a sua faixa-título, já resumia bem a proposta do trabalho. Sob uma sonoridade que era capaz de misturar todos os elementos típicos da música nordestina (xote, xaxado, baião e o que mais aparecesse), Zé Ramalho destilava fortes críticas sociais: “Com tanto dinheiro girando no mundo / Quem tem pede muito, quem não tem pede mais / Cobiçam a terra e toda a riqueza / Do reino dos homens e dos animais / Cobiçam até a planície dos sonhos / Lugares eternos para descansar”. “Admirável Gado Novo”, que mistura zabumba, ganzá e triângulo a um sofisticado arranjo de cordas de Paulo Machado, literariamente, vai pelo mesmo caminho (“O povo foge da ignorância / Apesar de viver tão perto dela / E sonham com melhores tempos idos / Contemplam essa vida numa cela / Esperam nova possibilidade / De verem esse mundo se acabar”).

A grave “Falas do Povo”, uma espécie de “marcha fúnebre nordestina”, é outra que expõe bem as mazelas do povo daquela região. A autobiográfica e pungente “Garoto de Aluguel (Taxi Boy)”, por sua vez, fala de um trabalho que Zé Ramalho teve que fazer logo que chegou, sem dinheiro, ao Rio de Janeiro: “Minha profissão é suja e vulgar / Quero um pagamento para me deitar / Junto com você estrangular meu riso / Dê-me seu amor que dele não preciso”. Musicalmente, essa canção é a que mais destoa do álbum todo. Nela, Ramalho acompanhou-se apenas por uma orquestra de cordas. E a pesada letra acabou caindo muito bem no camerístico acompanhamento.

Mas o misticismo de Zé Ramalho também estava presente nesse “A Peleja do Diabo Com o Dono do Céu”. E o melhor exemplo disso é a faixa “Beira-Mar”, que a despeito de sua imensa e intricada letra, fez grande sucesso quando do lançamento do álbum. O xote “Mote das Amplidões” é outra canção do álbum que vai pelo mesmo caminho, assim como “Jardim das Acácias” (uma das grandes composições de Zé Ramalho), cheia de guitarras distorcidas de Pepeu Gomes e um grandioso arranjo de cordas de Paulo Machado. A letra é mais uma pérola do cantor paraibano: “A papoula da Terra do Fogo / Sanguessuga sedenta de calor / Desemboco o canto nesse jogo / Como a cobra se contorce de dor / Renegando a honra da família / Venerando todo ser criador”.

Finalizando o álbum, além do “choro nordestino” instrumental “Agônico”, o maior sucesso da carreira de Zé Ramalho. A versão de “Frevo Mulher” constante no disco, no entanto, é um pouco diferente da festa sonora que ouvimos atualmente em seus shows. Uma verdadeira orquestra de metais (10 músicos no total), fizeram de “Frevo Mulher”, uma espécie de um “frevo-marchinha-fúnebre-de-carnaval”.

Pois é… Tempos de ditadura! Artistas inteligentes assim conseguiam dar o seu recado de alguma forma…

Faixas:
1)    A Peleja do Diabo Com o Dono do Céu
2)    Admirável Gado Novo
3)    Falas do Povo
4)    Beira-Mar
5)    Garoto de Aluguel (Taxi Boy)
6)    Pelo Vinho e Pelo Pão
7)    Mote das Amplidões
8)    Jardim das Acácias
9)    Agônico
10)    Frevo Mulher

fonte: Esquina da Música

Luiz Felipe Carneiro

Inventor da guitarra Fender será homenageado pelo Grammy em 2009

dezembro 28, 2008

Cantor Dean Martin e o grupo Four Tops também recebem homenagens.
Lil’ Wayne e Coldplay são favoritos para premiação principal.016218697-ex00

 Leo Fender acompanhado de algumas de suas criações. (Foto: Divulgação)

Clarence “Leo” Fender, o criador da guitarra elétrica de corpo sólido que leva seu sobrenome, vai ser premiado com um Grammy técnico na edição de 2009 do principal prêmio da indústria fonográfica. A cerimônia está programada para o dia 8 de fevereiro de 2009, em Los Angeles.

Leo Fender lançou a “Fender Esquire” em 1950 – o primeiro modelo de guitarra elétrica de corpo sólido a ser vendido em larga escala. Fender também criou modelos de guitarra amplamente utilizados até hoje, como a Telecaster e a Stratocaster. Ele morreu em 1991, aos 81 anos.

As outras homenagens já anunciadas para o Grammy incluem prêmios para o cantor Dean Martin, amigo de Frank Sinatra, falecido em 1995; para Tom Paxton, influente cantor de folk norte-americano e também uma premiação para o quarteto vocal da gravadora Motown Four Tops, famosos na década de 1960. Levi Stubbs, líder dos Four Tops, morreu em outubro deste ano, e o prêmio deve ser recebido por Abdul Fakir, único membro sobrevivente do grupo.

Os concorrentes nas principais categorias do Grammy 2009foram divulgados no começo de dezembro. O rapper norte-americano Lil’ Wayne lidera o número de indicações, com oito no total, seguido pela banda inglesa Coldplay, indicada em sete categorias.

 fonte: G1

Cuidado com a sua reputação virtual na hora de uma entrevista de emprego

dezembro 26, 2008

Os headhunters estão com seu currículo na mão e procurando seu nome no Google; saiba o que fazer para não queimar seu filme pela internet

Renato Santiago

Você se candidatou a uma vaga em uma empresa, tinha boas indicações e um currículo caprichado. Mesmo assim não deu certo e você ficou se perguntando por quê. A resposta pode estar no Google.

Consultar a internet virou um hábito entre recrutadores e headhunters. Assim como você já deve ter feito, eles também colocam seu nome no Google para saber o que a internet diz de você.

Uma pesquisa do site CareerBuilder.com divulgada em setembro constatou que um em cada cinco executivos responsáveis por contratações em grandes empresas investiga candidatos em redes de relacionamento, como o Orkut e o Facebook. Desses, 34% declararam que já tiveram que desistir de pessoas por causa do que encontraram na internet.

Tanta gente se preocupa com isso que já surgiram até empresas especializadas em cuidar da sua reputação virtual. A norte-americana ReputationDefender.com promete monitorar diariamente o nome de seus clientes na internet e descobrir tudo o que é publicado sobre eles.

O serviço, que pode ser feito em qualquer idioma, custa US$ 9,95 mensais. Toda vez que algo indesejável for encontrado, um conselheiro da empresa orienta o cliente (no caso de o conteúdo prejudicial ter sido publicado por ele mesmo, como uma foto, comentários em fóruns) ou contata os sites responsáveis para que a informação seja destruída –o serviço adicional custa US$ 29,95. No ano passado, o faturamento da empresa foi de US$ 1,2 milhão.

“Usamos cada vez mais a internet. Acho que hoje todo mundo investiga assim, principalmente quando não temos nada além de um nome ou currículo”, diz Patrícia Epperlein, da consultoria Mariaca, que recruta executivos.

Se a internet é fonte de pesquisa para recrutadores, então é melhor tomar cuidado com o que você divulga sobre você mesmo. “Evite qualquer coisa que depuser contra você. Pense: ‘O que eu estou falando sobre mim no Orkut, no meu blog?’ Mesmo se for brincadeira, pode ser mal-interpretada. Tem muita gente careta contratando”, recomenda Epperlein.

Comportamento
Não é tão difícil assim saber o que se deve fazer ou não na internet. Se houvesse uma regra, ela certamente seria parecida com “não faça na internet nada que você não faria na rua”.

“A internet não é um mundinho isolado. Nela os padrões são iguais aos da sociedade. O profissional não pode se expor de uma maneira que não se exporia fora dela. Entrar em uma comunidade como ‘Eu odeio o meu chefe’ seria o mesmo que sair na rua com uma placa ‘eu odeio o meu chefe’. Colocar uma foto no Orkut fumando maconha seria o mesmo que fumar [maconha] na porta da empresa onde se quer trabalhar”, resume Sérgio Amad, coordenador de Recursos Humanos da FGV Projetos (consultoria da Fundação Getúlio Vargas).

O uso do Google e das comunidades sociais como ferramenta para recrutamento muda de acordo com o tipo de vaga a ser preenchida. Quando os headhunters procuram executivos, eles se voltam muito mais a comunidades especializadas em contatos profissionais, como a LinkedIn e a Plaxo, e ao Google.

Quando a procura é para funcionários de níveis hierárquicos mais baixos, aí sim Orkut e afins são vasculhados. “É uma tendência inevitável. Nesses casos, o RH ou uma empresa de seleção podem olhar as comunidades sociais. Vão ver como os candidatos estão usando a internet, se para expor suas taras e loucuras ou se a estão usando bem. O importante é que a internet é uma vitrine, então tem que ser colocado nela aquilo que interessa”, diz Mariá Giuliese, diretora-executiva da consultoria Lens Minarelli.

Se você já colocou muita bobagem na internet (usando seu nome verdadeiro, ainda por cima) e está pensando em contratar a ReputationDefender, acalme-se, pois os três consultores concordam em uma coisa: nem Google, nem Orkut nem qualquer coisa encontrada na internet deve ser o único critério para se descartar ou contratar algum profissional.

“Claro que o candidato só pode ser descartado depois do contato pessoal. A internet não prescinde da entrevista, do contato real”, diz Giuliese. Sérgio Amad concorda: “O recrutador tem que fazer um uso criterioso dessa ferramenta [internet], ver a fonte da informação, checar se ela é verdadeira. E não usar só isso. Continua necessário realizar a entrevista, ver o currículo”, afirma. “Se alguma coisa ruim é encontrada, não descarto [o candidato], fico alerta”, completa Epperlein.

Na escola
Seus hábitos na internet também podem ter efeitos na sua vida acadêmica. Nos Estados Unidos, o hábito de “googlar” candidatos a vagas nas universidades já começa a contagiar os “admission officers”, responsáveis por escolher os estudantes que serão admitidos ou não no próximo ano letivo –lá o estudante é escolhido por uma comissão que leva em conta seu desempenho no ensino médio e outras atividades desenvolvidas na vida escolar, diferentemente do vestibular brasileiro.

Uma pesquisa da consultoria de carreiras Kaplan, dos Estados Unidos, mostrou que um em cada dez recrutadores das universidades mais bem cotadas pesquisa na internet os perfis de seus candidatos. Ao todo, foram 320 recrutadores entrevistados, dos quais 12 disseram que o conteúdo dos perfis geralmente prejudica o candidato.

O baixo número de pesquisadores pessimistas, no entanto, mostra que o quadro não é tão feio assim, e que é possível também fazer a internet ajudar. Prova disso é a Zinch.com, comunidade criada por jovens que tiveram problemas para entrar nas universidades que queriam porque suas notas não eram exatamente brilhantes.

Funciona assim: o estudante monta um perfil detalhado sobre seu desempenho no ensino médio, suas idéias, suas habilidades e o que quer desenvolver na vida acadêmica. Os recrutadores então analisam esses perfis e podem conhecer mais profundamente os candidatos. Por isso o slogan do site é “I’m more than a test score” (sou mais que uma nota).

A comunidade emplacou e cerca de 600 universidades americanas usam o Zinch para avaliar estudantes — entre elas algumas das mais prestigiadas, como Yale, UCLA e Johns Hopkins.

No Brasil, como o processo seletivo é diferente, é mais difícil que aconteçam casos assim. Mas há quem se dê mal por causa do que faz na internet. A estudante Mari Conti, do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, foi advertida formalmente depois de comentar em uma comunidade de alunos da instituição no Orkut. Conti chamou a faculdade de “uma instituição que cultua uma formação rigorosa e conservadora” porque a faculdade não aceitou a invasão do campus por pichadores. A invasão era parte do trabalho de conclusão de curso de um aluno, que acabou expulso.
O que fazer para preservar sua reputação na internet

– Seja educado. Deixar recados cheios de palavrões e xingamentos em blogs alheios pega mal

– Participe de fóruns e sites sobre a sua área e sempre procure argumentar bem na hora de expor sua opinião, seja ela qual for

– Se você já colocou algo que pode depor contra você na internet, tire imediatamente

E o que não fazer
– Não faça na internet nada que você não faria na rua. Assim como é provável que você não vá trabalhar usando uma camiseta com a frase “Eu odeio minha empresa”, então não entre em uma comunidade assim

– Não use fotos comprometedoras ou de mau gosto nas redes sociais

– Não coloque seu nome em qualquer lugar. Há golpistas que pegam currículos na internet e fingem ter propostas para tirar dinheiro dos candidatos. Você pode acabar largando o seu emprego atual por uma falsa oferta

O Orkut do repórter: meu perfil fala bem de mim
Será que o problema é tão grande quanto a ReputationDefender diz? Será que eu vou ter que parar de entrar em comunidades engraçadinhas e transformar meu perfil em uma página politicamente correta e chata? Mandei meu perfil do Orkut para a consultora Patrícia Epperlein analisar, e descobri que o bicho não é tão feio quanto pintam.

Tinha certeza que algumas das minhas comunidades, como “Eu odeio plantão”, iam pesar contra mim. Mas não pesaram, porque é normal não gostar de trabalhar nos fins de semana — nem os próprios consultores gostam. Se minha comunidade fosse “Eu falto no plantão”, talvez eu tivesse problemas.

“Não se deve nunca olhar algo isoladamente. Dentro do contexto todo do seu Orkut, deu para perceber que você tem um bom senso de humor”, foi o que Patrícia me disse. Ou seja, os recrutadores não são tão CDFs para levar tudo ao pé da letra, e ainda conseguem ver o lado bom de coisas que a gente nem imaginou.

Nem as comunidades “Born to lose” e “Eu não tenho talento” pegaram mal; ao contrário, pareceram um toque divertido ao lado das outras 50 comunidades das quais participo. Resumindo, as pessoas que estão com o seu currículo na mão sabem a diferença entre o Orkut e o LinkedIn, então é só não exagerar que seu filme não vai sair queimado.

Fonte: Abril

DVD: ZÉ RAMALHO CANTA BOB DYLAN

dezembro 24, 2008

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Sinopse: A possibilidade de um paraibano de Brejo da Cruz ter algo em comum com umjudeu norte americano das planícies geladas do meio oeste pode parecer insólita até que se reliza que ambos compartilham um profundo amor pela palavra cantada, e que a palavra cantada, no continente americano, viaja rápido e destemidamente, sem tomar conhecimento de fronteiras, nacionalidades e rótulos.

Aqui estão 12 canções de Bob Dyaln, vindas de diferentes fases de sua vasta e produtiva carreira, todas reinventadas por Zé Ramalho em seu novo projeto. Não são apenas letras que ganharam seu quivalente no português no Brasil – as canções mesmas descobriram novos laços através dos continentes, transformando-se em xotes, baiões, cocos (depois deste disco talvez o Mr. Tambourine Man nunca mais seja outra pessoa além de Jackson do Pandeiro…) Não são versões, são transfigurações – atos de magia musical e poética, com um mútuo piscar de olhos entre dois grandes artistas populares.

Neste DVD:

1- Medley – Wigwam / Para Dylan

2- O Homem Deu Nome a Todos os Animais

3- Tá Tudo Mudando

4- Como uma Pedra a Rolar

5- Negro Amor

6- Não Pense Duas Vezes

7- Rock Feelingood

8- O Vento Vai Responder

9- Mr. do Pandeiro

10- O Amanhã é Distante

11- If Not For You

12- Batendo na Porta do Céu (versão II)

extras:

13- Frevoador – (Hurricane)

14- Batendo na Porta do Céu

15- Mister Tambourine

16- Jacarepaguá Blues

 

PREÇO

R$36,90

 

ANO DE PRODUÇÃO

2008

VEJA GALERIA DE FOTOS DO TROFEO MASERATI

dezembro 23, 2008

FOTOS DA FINAL DO ITAIPAVA TROFEO MASERATI EM INTERLAGOS NO DIA 14 DE DEZEMBRO DE 200mvc-656s

CLIQUEAQUI

Warner Music quer todos os vídeos de seus artistas retirados do YouTube

dezembro 23, 2008

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A Warner Music solicitou recentemente ao portal de vídeos YouTube a retirada de todos os vídeos de seus artistas do ar, devido ao bloqueio das negociações sobre o acordo de licença entre as duas partes.

Além dos vídeos produzidos pela Warner Music Group, também deverão ser retiradas as criações dos internautas que utilizam conteúdos licenciados. O porta-voz da empresa afirmou estar “trabalhando ativamente para encontrar uma solução com o YouTube para que devolvam os conteúdos de nossos artistas do portal”.

Os responsáveis do YouTube disseram que esforçam-se para conseguir acordos de licença com diferentes gravadoras, mas que nem sempre esses acordos são possíveis de serem mantidos. “Às vezes não conseguimos fechar acordo sobre condições financeiras aceitáveis e temos que nos separar de sócios prestigiosos”, acrescentaram.

Entre os vários artistas cujos trabalhos foram publicados pela Warner Music podemos citar Ashley Tidale, Hilary Duff, Linkin Park, Madona, Paris Hilton, Simple Plan e muitos outros.
Fonte: Yahoo! Notícias

2008 FANTÁSTICO

dezembro 23, 2008

andreas_kisser_70x70Por Andreas Kisser

 O ano de 2008 foi espetacular. Apesar da chegada da crise financeira, realizei vários projetos, incluindo o término do meu disco solo (HUBRIS I & II, lançado em Março 2009) e o novo disco do Sepultura (A-LEX, que sairá em Janeiro 2009).

Comecei o ano realizando um evento no CCSP no final de Janeiro que chamei “Nas Pegadas de Andreas Kisser”, onde eu apresentei algumas das minhas idéias e projetos para o ano de 2008. Acho que consegui fazer tudo e ainda sobrou espaço e tempo para mais coisas que não estavam programadas. Em Março, lancei as cordas de guitarra feitas pela SG (IZZO) que levam a minha assinatura.

Refiz o piloto do meu programa para a TV, “Andreas Kisser Rock’n’Roots”, onde eu sempre convido um músico para fazer uma mistura de estilos e ao mesmo tempo falar da história e influências da música. No piloto, o convidado foi o Dinho Ouro Preto, vocalista do Capital Inicial. Nós fizemos os ensaios e o show foi gravado no tatro Oficina. Tocamos Robert Johnson, a raiz do blues, e falamos da influência dele no rock e heavy metal, tudo isso sendo registrado pelas câmeras. A estréia do programa está prevista para 2009, mas ainda não definido o mês.

Junto com o primeiro show do meu projeto solo, lancei uma versão combo do amplificador Meteoro, que também leva o meu nome, o “Combo Kisser Extreme”. O show foi feito paralelamente à Expo Music SP, que reúne tudo relacionado ao mercado da música e é a maior da América Latina. Na feira também foi feito o lançamento da revista Guitar Player Brasil, edição de outubro, a qual eu tive a honra de ser capa pela primeira vez. Foi um momento muito especial na minha carreira.

Fora o planejado, aconteceram coisas ainda mais espetaculares. Eu tive a chance de tocar no Teatro Municipal do RJ com a orquestra do maestro Silvio Barbato o tema escrito por Heitor Villa Lobos, o “Trenzinho do Caipira”. A junção da guitarra elétrica com a orquestra foi mágica e repetimos o tema, junto a outras versões para “Ave Maria” e “Jorge da Capadócia”, em Brasília na comemoração dos 200 anos do jornal Correio Braziliense.

Em Setembro tive o privilégio de fazer parte de uma das maiores bandas de heavy rock do planeta: o Scorpions. Foi inacreditável. Eu sempre fui muito fã do grupo, meus primeiros riffs na guitarra eu aprendi tocando Scorpions, Iron Maiden, Judas, Sabbath, etc… e quando fui convidado a tocar o terceiro violão com eles eu fiquei em choque. A tour foi batizada de “Eletro-Acústica”. Na parte acústica eles convidaram percussionistas e vocalistas de apoio brasileiros, mais especificamente da Bahia, arranjos feito por Mika Mutti, grande arranjador e músico. Fizemos 10 shows pelo Brasil e 4 no México. Grandes shows, cheios de clássicos e tudo tocado com muita energia e competência. Inesquecível. Danke Scorpions, you rule!

A abertura que fiz com os Meninos do Morumbi e a Companhia de Dança Deborah Colker no Grammy Latino Brasil na TV Band; a propaganda da Volks com o Sepultura tocando Bossa Nova; o show do Sepultura em Cuba, primeiro show de metal da história do país, e nas Filipinas, foram momentos marcantes e especiais de 2008.

O ano foi fantástico também por ter sido o último de Bush como presidente americano (já vai tarde); por ter visto a força que o Brasil mostrou durante a crise financeira, que ainda persiste; por ter visto o Najas na prisão e por mais um show do São Paulo Futebol Clube no Campeonato Brasileiro, indiscutível, o maior da história!

2009 vai ser ainda de mais trabalho e desafios, que vão nos fazer crescer e evoluir, espero que na direção certa.

Boas festas e excelente 2009!

Abraço,

Andreas Kisser

 

Andreas Kisser, casado, três filhos, músico, guitarrista do grupo Sepultura. Espera debater e, principalmente instigar novas idéias e caminhos usando a música como ispiração para a busca de entendimento e tolerância.

Yahoo Notícias

Ronaldo assiste a show de Madonna em camarote rodeado por seguranças, diz jornal

dezembro 22, 2008

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Atacante do Corinthians não quis falar com jornalistas e não desceu para a pista VIP, ficando sozinho na área reservada aos famosos

O novo atacante do Corinthians, Ronaldo, era um dos muitos VIPs que assistiram ao show de Madonna no camarote da Renner, na última quinta-feira (18), no estádio do Morumbi em São Paulo.

Durante toda a apresentação o Fenômeno ficou no camarote e não quis descer para a pista para ver a rainha do pop de perto, informou a coluna da jornalista Mônica Bergamo, do jornal “Folha de S. Paulo”, deste sábado (20).

Mesmo com a insistência do amigo Álvaro Garnero, o novo atacante do Timão preferiu ficar na área reservada aos famosos, sem dar entrevistas. Conforme relatou a coluna, Ronaldo chegou a brigar com alguns repórteres que tentaram ouvir sua conversa dizendo: “Ah, quer dizer que o trabalho de vocês é faltar com educação?”.

Ainda de acordo com a coluna, o garoto-propaganda da Nike foi o único que não usou a camiseta do patrocinador do camarote. Enquanto os amigos do jogador Bruno de Luca e Garnero desceram até a pista VIP para ver Madonna de perto, Ronaldo ficou sozinho, tomando energético e rodeado por um grande número de seguranças.

fonte: Abril