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Valdeno Brito vence a Sky Corrida do 1 Milhão de Dólares

agosto 31, 2008

O piloto paraibano assumiu a ponta após a quebra de Cacá Bueno e vai dividir o prêmio com a equipe

Rio de Janeiro (RJ), 31/08/08 – Valdeno Brito é novo milionário do Brasil. O paraibano da equipe Medley/A.Mattheis (Chevrolet) venceu a Sky Corrida do 1 Milhão de Dólares, disputa válida pela sétima etapa da Copa Nextel Stock Car. Neste domingo, no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, ele completou as 47 voltas com o tempo de 1h09min22, levando para casa a premiação inédita na categoria de 1 milhão de dólares. Luciano Burti, da Sky Racing (Peugeot), ficou com o segundo lugar, 1h09min31; em quanto Marcos Gomes, da Medley/A.Mattheis (Chevrolet) chegou em terceiro, 1h09min36seg, e assumiu a liderança da competição.

A principal categoria do automobilismo nacional volta à pista no dia 13 de setembro, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina (PR), que vai definir os integrantes do Playoff que continuarão na briga pelo título de 2008.

Em sua 30ª temporada, a Stock Car viveu, neste domingo, em Jacarepaguá, a maior corrida de sua história. A premiação de 1 milhão de dólares colocou a competição em um novo patamar, o mesmo das grandes competições internacionais. Nem mesmo a chuva impediu que 43 mil pessoas (foram vendidos mais de 45 mil ingressos) fossem ao autódromo para presenciar o feito histórico no automobilismo brasileiro. Na pista, os 34 pilotos deram um show de habilidade, proporcionando momentos de muita emoção.

O fato triste ficou por conta da explosão, pouco antes da largada, de um cilindro de ar comprimido no box da Sky Racing, que ocasionou ferimentos e fraturas em quatro pessoas. Todas foram prontamente atendidas, encaminhadas aos hospitais da região e não correm risco de morte.

Largando na terceira posição do grid, Valdeno viveu momentos distintos na prova. Depois de começar bem seu carro perdeu rendimento com o pneus de chuva escolhidos, fazendo com que Cacá Bueno e Allam Khodair abrissem vantagem. Após as quatro paradas, entretanto, ele se viu na segunda colocação faltando seis voltas, atrás da Cacá Bueno, que vinha fazendo uma excelente prova. Quando tudo parecia definido em favor do carioca, uma pane elétrica tirou a chance de vitória de Cacá. Valdeno assumiu a ponta e, com todo o cuidado, conduziu seu stock car para a primeira vitória na categoria e o topo do pódio na Sky Corrida do 1 Milhão de Dólares.

“Foi a corrida mais importante da Stock Car e conseguir vencer é muito importante. Mais do que a grana, pois o valor será dividido com a equipe. Também foi especial porque é minha primeira vitória e me colocou, matematicamente, dentro do Playoff”, explicou o paraibano. Valdeno já sabe o que fará com a parte do prêmio que receberá. “Comprei uma casa e tenho 30 prestações altas para quitar. Vou conversar com a imobiliária para tentar liquidar a dívida” declarou o piloto, que ainda não sabe se ficará na equipe em 2009. “Tudo depende dos patrocinadores e do Andréas (chefe da equipe). Se depender de mim eu fico”, finalizou o vencedor.

Luciano Burti começou a coletiva em tom de brincadeira, destacando o fato de ser o primeiro perdedor da prova. “Foi difícil começar a prova com o pensamento voltado para os mecânicos da equipe envolvidos no acidente.Afinal, a gente convive no dia a dia e, no que diz respeito à prova, eram pessoas que estavam treinadas para as paradas. Mas o importante foi ter voltado a briga por uma vaga na fase seguinte e vamos animados para a etapa de Londrina para ratificar isso”, destacou.

Marcos Gomes não levou o milhão de dólares, mas deixou o Rio de Janeiro com o novo líder da categoria. Foi seu sexto pódio, o que lhe garante 126 pontos na classificação. “Isso é legal e nosso pensamento é chegar ao Playoff em primeiro. Foi um grande final de semana e espero repetir isso em Londrina”, afirmou o paulista.

Resultado da 7ª etapa da Copa Nextel Stock Car:

1º) Valdeno Brito (CA, PB), 47 voltas em 1:09:22.198 (média de 135.61 km/h)
2º) Luciano Burti (P3, SP), a 8.891
3º) Marcos Gomes (CA, SP), a 13.939
4º) Thiago Camilo (CA, SP), a 19.042
5º) Alceu Feldmann (CA, PR), a 21.531
6º) Allam Khodair (CA, SP), a 24.493
7º) David Muffato (P3, PR), a 25.547
8º) Ingo Hoffmann (ML, SP), a 32.478
9º) Cacá Bueno (ML, RJ), a 39.561
10º) Atila Abreu (P3, SP), a 41.249
11º) Rodrigo Sperafico (ML, PR), a 43.982
12º) Felipe Maluhy (ML, SP), a 48.371
13º) Duda Pamplona (ML, RJ), a 54.683
14º) André Bragantini (P3, SP), a 56.220
15º) Pedro Gomes (P3, SP), a 56.787
16º) Antonio Pizzonia (P3, AM), a 1:03.439
17º) Juliano Moro (CA, RS), a 1:07.518
18º) Nonô Figueiredo (ML, SP), a 1:09.176
19º) Popó Bueno (CA, RJ), a 1:09.347
20º) Ricardo Mauricio (P3, SP), a 1 volta
21º) Ricardo Sperafico (P3, PR), a 1 volta
22º) Norberto Gresse (P3, SP), a 1 volta
23º) Julio Campos (P3, PR), a 1 volta
24º) Tarso Marques (P3, PR), a 1 volta
25º) Giuliano Losacco (P3, SP), a 1 volta
26º) Carlos Alves (ML, SP), a 1 volta
27º) William Starostik (P3, SP), a 1 volta
28º) Thiago Marques (P3, PR), a 2 voltas
29º) Ruben Fontes (ML, GO), a 8 voltas
30º) Daniel Serra (CA, SP), a 10 voltas
31º) Lico Kaesemodel (ML, PR), a 12 voltas
32º) Guto Negrão (CA, SP), a 13 voltas
33º) Antonio Jorge Neto (ML, SP), a 16 voltas
34º) Hoover Orsi (CA, MS), a 38 voltas

Melhor Volta: Nonô Figueiredo, 1min22seg124

Os dez primeiros após sete etapas e que estariam classificados para o Playoff são os seguintes: 1) Marcos Gomes (SP), 126 pontos; 2) Ricardo Maurício, 113; 3) Thiago Camilo (SP), 85; 4) Cacá Bueno (RJ), 76; 5) Valdeno Brito (PB), 61; 6) Átila Abreu (SP), 50; 7) Alceu Feldmann (PR), 46; 8) Luciano Burti (SP), 45; 9) Allam Khodair (SP), 44; 10) Antônio Jorge Neto (SP), 43.

A Copa Nextel Stock Car tem realização e organização da Vicar Promoções, com supervisão da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). O patrocínio é de Goodyear e Caixa, com co-patrocínio de Medley, Bosch e Petrobras. As montadoras presentes são Chevrolet, Mitsubishi e Peugeot.

Departamento de Comunicação da Copa Nextel Stock Car:
MBraga Comunicação – Marcelo Eduardo Braga – MTb 18324/João Francisco Podboy – MTb – 7443 – PR

agosto 31, 2008

Cacá Bueno faz a pole e “dá o primeiro passo da maratona”da Sky Corrida do 1 Milhão de Dólares

Disputa será neste domingo, a partir das 10h30, com transmissão ao vivo pela Rede Globo de Televisão

Rio de Janeiro (RJ), 30/08/2008 – A pole position da Sky Corrida do 1 Milhão de Dólares é do carioca Cacá Bueno. O bicampeão da categoria garantiu o lugar de honra no grid da disputa, válida pela sétima etapa da Copa Nextel Stock Car e que acontece neste domingo, dia 31, a partir das 10h30, no Autódromo Internacional Nelson Piquet, no Rio de Janeiro. Debaixo de muita chuva, o piloto da Eurofarma RC (Mitsubishi) marcou o tempo e 2min54seg856, média de 137.36 km/h, na Super Classificação, conquistando sua primeira pole e, como ele diz, dando o apenas “o primeiro passo na maratona que será a prova deste domingo.

Ao seu lado na primeira fila estará o paulista Allam Khodair, da Boettger Competições (Chevrolet) a 1seg447; enquanto o terceiro lugar será de Valdeno Brito, da Medley/A.Mattheis (Chevrolet), a 2seg606. A sétima etapa terá transmissão ao vivo pela Rede Globo de Televisão, dentro do Esporte Espetacular. Em seguida, às 13h05, será a vez da Copa Vicar, divisão de acesso da Stock Car, com sua sexta prova da temporada.

Cacá confirmou, no treino classificatório, o bom desempenho dos treinos livres de sexta-feira. Nas três etapas realizadas, ele ficou em segundo na primeira parte, foi o mais rápido na segunda e terminou como o mais rápido, vencendo sai mini-corrida contra seu companheiro de equipe Antônio Jorge Neto. Destaque também para Allan Khodair, que alternou a primeira colocação do Cacá.

O bicampeão, como era esperado, estava alegre. Mas sabe que nada está definido. “Em uma prova como esta, sair na frente não é tão importante. É como dar um passo em uma maratona. Mas, sem dúvida, fiquei muito mais confiante para a disputa de domingo. Carro bom é carro, com chuva ou sol. Acho que tudo ficará para a segunda metade e quem fazer a troca de pneus no final vai levar vantagem“, declarou Cacá Bueno.

Allam, por sua vez, lamentou que a pole escapasse por pouco. “Foi o segundo lugar mais doído da minha carreira. Estava tão próximo de conseguir o melhor tempo e, por uma distração, ele fugiu das minhas mãos”, declarou o paulista. “Porém, trata-se de uma prova longa e estressante e estou largando de uma grande posição”, completou.

Classificatório III da 7ª etapa da Copa Nextel Stock Car V8:

1º) Cacá Bueno (Mitsubishi, RJ), 2 voltas em 2:54.856 (média de 137.36 km/h)
2º) Allam Khodair (Chevrolet, SP), a 1.447
3º) Valdeno Brito (Chevrolet, PB), a 2.606
4º) Antonio Jorge Neto (Mitsubishi, SP), a 1.216
5º) Ingo Hoffmann (Mitsubishi, SP), a 6.332
6º) Luciano Burti (Peugeot, SP), a 21.070

Melhor Volta: Cacá Bueno, 1:25.819

Classificatório II

1º) Cacá Bueno (Mitsubishi, RJ), 1:26.401, média de 138.99 Km/h
2º) Luciano Burti (Peugeot, SP), 1:26.557
3º) Allam Khodair (Chevrolet, SP), 1:26.577
4º) Ingo Hoffmann (Mitsubishi, SP), 1:26.837
5º) Valdeno Brito (Chevrolet, PB), 1:27.002
6º) Antonio Jorge Neto (Mitsubishi, SP), 1:27.032
7º) Antonio Pizzonia (Peugeot, AM), 1:27.106
8º) Daniel Serra (Chevrolet, SP), 1:27.122
9º) Rodrigo Sperafico (Mitsubishi, PR), 1:27.131
10º) Juliano Moro (Chevrolet, RS), 1:27.230
11º) Felipe Maluhy (Mitsubishi, SP), 1:27.231
12º) Ruben Fontes (Mitsubishi, GO), 1:27.265
13º) Thiago Camilo (Chevrolet, SP), 1:27.348
14º) Thiago Marques (Peugeot, PR), 1:27.540
15º) Carlos Alves (Mitsubishi, SP), 1:27.785

Melhor Volta: Cacá Bueno, 1:26.401

Classificatório I

1º) Allam Khodair Chevrolet, SP), 1:24.932, média de 141.40 Km/h
2º) Cacá Bueno (Mitsubishi, RJ), 1:25.411
3º) Ingo Hoffmann (ML, SP), 1:25.414
4º) Daniel Serra (Chevrolet, SP), 1:25.578
5º) Thiago Camilo (Chevrolet, SP), 1:25.659
6º) Antonio Jorge Neto (Mitsubishi, SP), 1:25.746
7º) Thiago Marques (Peugeot, PR), 1:25.818
8º) Felipe Maluhy (Mitsubishi, SP), 1:25.857
9º) Rodrigo Sperafico (Mitsubishi, PR), 1:26.017
10º) Luciano Burti (Peugeot, SP), 1:26.081
11º) Ruben Fontes (Mitsubishi, GO), 1:26.097
12º) Valdeno Brito (Chevrolet, PB), 1:26.106
13º) Carlos Alves (Mitsubishi, SP), 1:26.223

14º) Juliano Moro (Chevrolet, RS), 1:26.441
15º) Antonio Pizzonia (P3, AM), 1:26.453
16º) Hoover Orsi (Chevrolet, MS), 1:26.475
17º) Julio Campos (Peugeot, PR), 1:26.491
18º) Marcos Gomes (Chevrolet, SP), 1:26.549
19º) David Muffato (Peugeot, PR), 1:26.592
20º) Ricardo Sperafico (Peugeot, PR), 1:26.678
21º) Pedro Gomes (Peugeot, SP), 1:26.872
22º) Tarso Marques (Peugeot, PR), 1:26.884
23º) Nonô Figueiredo (ML, SP), 1:27.059
24º) Lico Kaesemodel (Mitsubishi, PR), 1:27.094
25º) Alceu Feldmann (Chevrolet, PR), 1:27.314
26º) Guto Negrão (Chevrolet, SP), 1:27.375
27º) Ricardo Mauricio (Peugeot, SP), 1:27.581
28º) Duda Pamplona (Mitsubishi, RJ), 1:28.536
29º) Popó Bueno (Chevrolet, RJ), 1:28.550
30º) William Starostik (Peugeot, SP), 1:29.035
31º) Atila Abreu (Peugeot, SP), 1:29.647
32º) Andre Bragantini (Peugeot, SP), 1:30.217
33º) Giuliano Losacco (Peugeot, SP), 1:30.788
34º) Norberto Gresse (Peugeot, SP), 1:32.736

Melhor Volta: Allam Khodair, 1:24.932

A Copa Nextel Stock Car tem realização e organização da Vicar Promoções, com supervisão da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). O patrocínio é de Goodyear e Caixa, com co-patrocínio de Medley, Bosch e Petrobras. As montadoras presentes são Chevrolet, Mitsubishi e Peugeot.

MBraga Comunicação – Marcelo Eduardo Braga – MTb 18324/João Francisco Podboy – MTb – 7443 – PR

Klaus Meine:Scorpions volta em versão acústica

agosto 29, 2008

Após mais de uma década sem tocar no Rio, banda alemã se apresenta amanhã na HSBC Arena

Pat Zinger

Depois de mais de uma década sem tocar em solo carioca, o Scorpions está de volta à cidade para lançar a turnê Humanity world tour – Acoustica, amanhã, na HSBC Arena, na Barra, a partir das 21 horas. Com quase quatro décadas de carreira, a banda alemã formada por Klaus Meine (vocal), Rudolf Schenker (guitarra), Matthias Jabs (guitarra), Pawel Maciwoda (baixo) e James Kottak (bateria) vai presentear os fãs brasileiros com a turnê eletroacústica inédita em nove cidades do país. Os shows serão filmados e farão parte de um DVD ao vivo que a banda prepara.

As apresentações brasileiras terão o reforço do guitarrista do Sepultura Andreas Kisser, convidado para tocar violão no set acústico. O Scorpions já tinha vindo ao Brasil em 2007 para shows em Manaus (AM), Recife (PE) e São Paulo (SP). O vocalista Klaus Meine explica:

– Não fomos ao Rio naquela ocasião porque não recebemos nenhum convite para tocar por lá. Nós amamos o Rio, uma linda cidade que sempre nos traz recordações do Rock in Rio. Estaremos aí sábado. Não vejo a hora de pisar nesta cidade novamente.

O repertório deve agradar em cheio desde o séquito até a turma que descobriu a banda não faz muito tempo. Sucessos e inéditas fazem parte do set list, mas a grande novidade, entretanto, fica por conta da apresentação das músicas no formato acústico. Em entrevista ao JB Barra, por e-mail, Klaus Meine conta a expectativa de voltar ao Rio após mais de uma década.

A Barra será novamente palco da apresentação da banda. Vocês guardam lembrança do último show, no Rock in Rio?

O Rock in Rio foi um dos principais festivais da nossa carreira. Nada se compara àquele show que tive orgulho de fazer parte. Tudo era muito mágico, as pessoas animadas e com estilos bem diferentes… Na década de 80 começamos a fazer sucesso, estávamos em evidência. Foi uma ótima época para a banda.

Como será a gravação do DVD ao vivo durante a turnê brasileira?

Terá muitos detalhes! Vamos filmar desde performances no palco e backstage até nossa visita às cidades brasileiras. A turnê coincide com o aniversário de Rudolf e isso também será gravado. Teremos participações especiais de músicos brasileiros, o que será fantástico para nós. Estas recordações estarão registradas neste DVD.

Vocês concordam com alguns críticos que dizem que a banda perdeu o peso em relação ao começo da carreira, com o álbum Tokio tapes?

De forma alguma! Tokyo tapes foi uma época diferente para nós. Na verdade, estávamos começando. Isso não significa que perdemos a pegada heavy. Humanity hour tem peso sim, até mesmo nas letras.

Pretendem visitar algum lugar especial no Rio?

Estaremos poucos dias no Rio, envolvidos em ensaios. Mas se tivermos um tempinho sobrando, vamos visitar alguns pontos turísticos, como o Cristo Redentor, e curtir as praias. Pretendemos jantar em alguns restaurantes especializados em comida brasileira. O churrasco e a caipirinha não podem ficar fora.

Qual a relação da banda com a música brasileira?

A música brasileira é muito rica, repleta de diferentes ritmos. O samba, por exemplo, é muito despojado, e a bossa nova, absolutamente impressionante. Eu amo a música Garota de Ipanema! Também é curioso observar a musicalidade abrangente dos brasileiros que curtem do samba ao rock. Mas não há como negar que o samba é realmente a alma do país.

Qual é a mensagem do Scorpions para os fãs do Brasil?

Vocês são demais! Sejam felizes e tenham orgulho do país abençoado que é o Brasil. Não vemos a hora de poder estar com vocês novamente tocando muito rock ‘n’ roll.

fonte: Jornal do Brasil

Scorpions: mensagem da banda para os fãs brasileiros

agosto 28, 2008

Por Mailson Fiuza | Publicado em 25/08/08 no Whiplash.net

Confira a mensagem mandada pela banda ao SCORPIONSBRAZIL.NET dedicada a todos os fãs brasileiros:

“Queridos fãs,

Em poucos dias estaremos a caminho do Brasil. Teremos dois dias de ensaio com nossos músicos brasileiros convidados – Mikael Mutti, Andreas Kisser e amigos – antes de começarmos nossa turnê no Rio de Janeiro.

O show será incrível porque vamos tocar grande parte elétrico, mas será muito, muito especial dividir o palco com os fantásticos músicos brasileiros convidados na parte acústica.

Nós nunca tocamos em tantas cidades brasileiras como faremos agora, estamos muito empolgados para conhecer tantos novos lugares e, claro, voltar a Manaus é como um sonho se tornando realizade pela segunda vez.

Muito obrigado a todos os nossos fãs brasileiros e ao fã clube por todo o apoio. Estamos muito ansiosos para agitar o Brasil como um furacão novamente.”

Scorpions.

Equipamentos roubados da Rita Lee

agosto 28, 2008

Equipamentos Roubados !!!
Amigos, peço licença para fazer essa divulgação, pois quanto maior o numero de pessoas atingirmos mais rápido chegaremos a esses larápios.

ESCLARECIMENTOS RITA LEE, ajude a divulgar !
“Em razão dos fatos já noticiados pela imprensa, a equipe da cantora Rita Lee vem a público para informar que os equipamentos que lhe foram roubados são instrumentos musicais de trabalho, marcados pelo uso do tempo e de valor afetivo, além de indispensáveis para a realização dos shows, dos quais depende a sobrevivência desta equipe e suas famílias. Sendo assim, estamos dispostos a recompensar com a importância de R$10.000,00 (dez mil reais) alguma informação que possa levar concretamente à recuperação desses objetos.

Contato para as informações, telefone (11) 8326-7571, com garantia de sigilo e anonimato”.

A HISTÓRIA DO ORGÃO HAMMOND E DAS CAIXAS LESLIE

agosto 28, 2008

Por Rick Prevallet e Allan Gordon | Publicado em 15/07/08

Embora o órgão Hammond tenha sido criado no início dos anos 30, seu conceito básico foi idealizado muitos anos antes. Laurens Hammond desenvolveu seu instrumento musical baseado no design do “Cahill Telharmonium”. O Telharmonium produzia seu som através do movimento de rodas de tom metálicas (“metal tone wheels”) em frente a bobinas magnéticas. Assim que a superfície irregular da roda passava perto do magneto, era produzida uma corrente elétrica variável. Uma das desvantagens do Telharmonium era o tamanho do gerador de tons: alguns vagões de carga (!) eram necessários para movê-lo.


Tradução e edição: Rodrigo Werneck; Fotos: Rick Prevallet

Órgão Hammond B3

Órgão Hammond B3

Laurens havia desenvolvido um motor síncrono entre os anos 20 e 30, e o usou com sucesso numa linha de relógios elétricos. Um motor síncrono mantém a sua velocidade de rotação constante usando como referência a freqüência de sua fonte de alimentação AC. Se a fonte consegue manter uma freqüência constante de 50 (ou 60) Hz, então o motor irá sempre girar na velocidade correta. Esse processo permitia ao “relógio Hammond” trabalhar de forma bastante precisa.

Durante a Grande Depressão dos anos 30, o mercado de relógios sofreu uma queda e Laurens teve a necessidade de buscar outra aplicação para seu motor. Inicialmente desenvolveu uma mesa de bridge com distribuição automática de cartas, mas as vendas foram fracas.

As 3 rodas de tom metálicas

As 3 rodas de tom metálicas

Em 24 de abril de 1934, Laurens Hammond recebeu o número de patente 1.956.350 por um “Instrumento Musical Eletrônico”. Descrevia o princípio básico de design para criar um som resultado da combinação de um número de ondas senoidais de diferentes picos/amplitudes. Em conjunto com seu motor síncrono havia uma série de engrenagens (ele era um inventor de relógios originalmente), molas, eixos-motores e rodas de tom possuindo pontos de alta em 2, 4, 8, 16, 32, 64 e 128. Quando as rodas de tom eram giradas na velocidade correta, a onda criada estava dentro de milhares de um ciclo do valor teórico de uma escala suave equivalente. Interessante observar que os tons em “lá” eram todos corretos, enquanto todas as demais notas variavam um pouco de seus “valores fundamentais”. 91 rodas de tom cobriam um alcance de 32 a 5.920Hz.

Os acionadores

Os acionadores

Os 91 tons eram ligados às teclas através de barras de direcionamento (“bus bars”) e chaveadas por meio de uma bateria de acionadores (“keyswitches”). Cada tecla pressiona um dispositivo (“pusher”) que controla 9 acionadores, um para cada barra de acoplamento. É através da constante conexão e desconexão desses acionadores que o órgão Hammond apresenta uma de suas características: o “estalido” das teclas.

O motor síncrono permitia a Laurens se vangloriar de que seu órgão nunca precisaria ser afinado, embora se a freqüência da rede elétrica tivesse uma fraca estabilidade, certamente o órgão ficaria fora do tom dos demais instrumentos, apesar de continuar em tom consigo mesmo.

Houve inúmeros aprimoramentos até o mesmo começar a ser produzido. Um motor de ignição foi adicionado para substituir a manivela utilizada para trazer o gerador de tom à velocidade desejada; os teclados foram aumentados e padronizados em 61 notas, e os pedais de graves foram fixados em 25 notas.

Diz a lenda que o Sr. Hammond viajou pelo país observando órgãos de igreja e notou que na maioria dos casos os pedais mais desgastados eram os mais graves. À época, painéis radiais côncavos com pedais de 32 notas eram o padrão. Laurens imaginou que os custos para a produção em larga escala de um sistema seguindo esse padrão seriam muito altos, e então simplificou o mesmo para uma unidade radial plana de 25 notas. Em muito pouco tempo, seus pedais fora do padrão acabaram virando o novo padrão, pelo simples fato de que um grande volume de órgãos foi fabricado e enviado seguindo esse novo modelo.

O primeiro modelo fabricado, Modelo A, foi introduzido em 1935, e o de número de série 1 hoje reside no Smithsonian Museum. Todos os órgãos Hammond produzidos desde então até o meio dos anos 60 usaram exatamente esse mesmo mecanismo, com pequenas modificações. O fato de que milhares desses órgãos estão ainda em uso até hoje é um testamento da alta qualidade de seu design e perícia.

Quais as diferenças entre um órgão B3 e um C3?

Órgão Hammond C3

Órgão Hammond C3

Há 3 detalhes que diferenciam um B3 de um C3: o banco, o gabinete do órgão em si, e os pedais de grave do B3, que possuem um descanso para calcanhar fixado. Os componentes eletro-mecânicos são exatamente os mesmos. Normalmente o que ocorria era o seguinte: uma série de órgãos B3 era produzida, seguida por uma série de órgãos C3, e assim por diante. As partes internas produzidas poderiam acabar tanto num B3 quanto num C3.

Os órgãos RT3 (modelo de órgão Hammond para concertos) foram também incluídos nesse “mix” de produção, mais uma vez utilizando os mesmos componentes básicos do B3, porém com alguns itens adicionais destinados a servir a um organista “mais sério”, de música dita “erudita”. Em 1959, Laurens introduziu a série A100, que incluía um alto-falante e amplificador no console. Mais uma vez, apesar de pequenas mudanças em componentes de pré-amplificação e acionador de “vibrato”, as partes internas eram similares àquelas encontradas nos órgãos B3.

Laurens nunca pretendeu (ou pelo menos nunca previu) que seus órgãos viessem a ser utilizados por músicos profissionais. Sua invenção era destinada a igrejas, embora obviamente fosse vendida para qualquer pessoa que pagasse seu preço. Não se pode afirmar que a Hammond tenha em algum momento patrocinado algum artista (apoio em turnês), mas se o fez foi no final dos anos 70 quando as coisas já estavam se desmantelando.

Mais tarde, Hammond acabou chamando os Modelos “B” de “modelos caseiros” porque se podia enxergar as pernas do músico trabalhando os pedais. Os modelos “C” e “RT” possuíam um painel “de recato” na traseira, supostamente instalado de forma que organistas femininas não precisassem se preocupar com o fato de estar vestindo saia enquanto tocavam. Uma curiosidade não confirmada em relação aos códigos dos modelos, seria o fato das letras “B” e “C” fazerem referência às palavras “blues” e “church”, respectivamente, já que além dos motivos antes mencionados, o modelo “B” era o mais utilizado por organistas que tocavam em grupos de blues e jazz e o “C”, o mais comum em igrejas.

Em termos de tamanho e peso, o B3 e o C3 são comparáveis. O C3 pesa um pouco mais em virtude justamente do acréscimo de madeira necessário à colocação dos painéis laterais e traseiro. Normalmente o peso real de um B3 gira em torno de 135kg, enquanto que um C3 pesa pouco menos de 150kg, sem incluir banco e pedais.

A caixa rotativa Leslie

Por volta do fim dos anos 30, um jovem comprou um órgão Hammond e um gabinete com alto-falante. Após testar o conjunto por pouco tempo, chegou à conclusão de que não gostava do som produzido e decidiu melhorá-lo. Através do método de tentativa e erro, trabalhou com várias combinações de alto-falantes, e eventualmente simplificou a solução utilizando um woofer único e um “drive” de compressão, soando através de dispositivos rotatórios.

Caixa rotativa Leslie

Caixa rotativa Leslie

O jovem em questão era Don Leslie, e sua invenção mais tarde ficou conhecida como a “caixa rotativa Leslie”. Basicamente desenhados para uso com órgãos Hammond, esses alto-falantes iriam se tornar (e continuam a ser) um “must” para qualquer músico seriamente disposto a usar um instrumento musical desses.

O resultado do conjunto “órgão Hammond B3 mais caixa Leslie modelo 122” é o clássico som dito “sagrado”, com o qual estamos todos familiarizados. Pode-se ouvi-lo na introdução de “Black Magic Woman” (Santana), ou proeminentemente apresentado em “Green Eyed Lady” de Sugar Loaf, ou durante toda a execução de músicas como “Hold Your Head Up” (Argent) e “Circle Of Hands” (Uriah Heep). O “som de sirene” de um Hammond tocado através de uma Leslie é inconfundível.

Embora a caixa Leslie venha sendo produzida há mais de 60 anos (é atualmente fabricada pela Hammond-Suzuki em Chicago, Illinois, EUA), seus princípios operacionais básicos não foram muito alterados com o passar do tempo.

O que fez a caixa Leslie especial foi o seu método de direcionar o som através de dispositivos rotatórios. O woofer dispara seu som por uma membrana de madeira, enquanto que o “driver” de compressão direciona seu som por uma corneta plástica. Tais dispositivos giram devagar (“chorale”) ou depressa (“tremolo”). Os princípios de som em questão envolvem modulação em amplitude (AM) e em freqüência (FM, conhecida como “Efeito Doppler”). Tanto o efeito AM quanto o FM ocorrem simultaneamente, assim que os dispositivos rotatórios se aproximam e se afastam do ouvinte.

Quando a fonte de som gira na direção do ouvinte, sua velocidade aumenta, causando um acréscimo na amplitude; quando gira na direção contrária, sua velocidade diminui, e por conseguinte há um decréscimo na amplitude. O efeito FM é reconhecível como sendo um som de um trem se aproximando com seu apito soando. O efeito AM gera a sensação do som ficando mais alto e mais baixo, em função da fonte se aproximar ou se distanciar do ouvinte.

Uma típica caixa Leslie incorpora um amplificador tubular de potência de 40 watts, um crossover passivo de 800Hz, um woofer de 15” e um tweeter para altas freqüências. Não há nada realmente “mágico” acerca dos seus componentes, embora modelos mais antigos possuíssem woofers Jensen e amplificadores tubulares Tung-Sol, itens que acabaram por adquirir o status de serem “para audiófilos”.

Esta foto mostra um órgão Hammond modelo “A”, de 1935, com duas caixas rotativas Leslie modelo 31H (1949 e 1952), um conjunto bastante raro de se encontrar hoje em dia.

Esta foto mostra um órgão Hammond modelo “A”, de 1935, com duas caixas rotativas Leslie modelo 31H (1949 e 1952), um conjunto bastante raro de se encontrar hoje em dia.

Apesar de várias modificações terem sido testadas (mais potência, alto-falantes de alto desempenho, etc.), elas acabaram por alterar as características do som a ponto da caixa Leslie perder todo o seu charme. A maioria dos engenheiros de som posicionam 2 microfones perto da corneta e um perto do rotor do grave, de forma a proporcionar mais volume, colocando os microfones da corneta bem à direita e à esquerda.

Muito poucas invenções sobrevivem tanto (e bem) quanto às caixas rotativas de Don Leslie. Se imagine usando uma caixa Leslie produzida agora, daqui a 60 anos. Existem muitas caixas “vintage” da série Leslie 31H, dos anos 40, ainda em operação, e sobressalentes podem ainda ser encontrados. Isso é um testamento e tanto, de um jovem que apenas queria incrementar o som de seu órgão Hammond.

Os simuladores digitais de Hammond

Hoje em dia, o órgão Hammond continua sendo um sonho de consumo por parte de muitos músicos de jazz, blues, rock e tantos outros gêneros musicais que utilizam este instrumento em sua linguagem. Contudo, encontrar uma unidade em perfeitas condições é quase uma façanha digna de arqueólogo, o que o torna, além de raro, caríssimo.

Em vista disso, os tradicionais fabricantes de teclados e sintetizadores como Roland, Korg e a própria Hammond-Suzuki, vislumbraram uma lacuna no mercado e decidiram desenvolver o que chamam de “simuladores de Hammond”, que nada mais são do que reproduções do instrumento original através de um sofisticado algoritmo de modelagem física, o que resulta numa simulação quase perfeita.

Nesses instrumentos, toda a interface de controle reproduz o painel do Hammond original, com suas nove drawbars, controles de vibrato, “key click” e “rotary speaker”. Mantendo o ar “retro”, seus respectivos gabinetes, feitos em madeira ou laminados, fazem referência estética ao próprio, pois afinal de contas é inegável que o visual conta muito no charme desse instrumento.

Obviamente os puristas sempre irão preferir o original, mas diante da impossibilidade de ter “the real thing” ou por uma questão de portabilidade, esses simuladores desempenham muito bem o seu papel, já que pesam entre 15 e 20kg, em contrapartida aos 135kg de um B3. Além do peso reduzido, esses instrumentos já vêm com um simulador interno de rotary speaker (ou caixa Leslie), o que dispensa mais um componente grande e pesado, essencial para o som clássico do órgão Hammond.

O Tokai TX-5 Classic

O Tokai TX-5 Classic

No Brasil, a empresa paulistana Tokai, com muito mérito e pioneirismo, desenvolveu um projeto 100% nacional de um simulador de Hammond. Mesmo diante de toda a falta de tradição da indústria nacional em relação a instrumentos musicais eletrônicos, a Tokai teve êxito em sua empreitada e hoje já conta com dois modelos no mercado, o “TX-5 DS Plus” e o “TX-5 Classic”. Ambos são idênticos eletronicamente falando, diferindo apenas pelo fato do segundo possuir gabinete laminado em madeira e teclas “waterfall”, enquanto que o primeiro possui teclas com perfil de sintetizador e gabinete em MDF (“mean density fiberboard”, um aglomerado de pó de madeira).

Porém, de nada adiantaria toda essa iniciativa se o instrumento não fosse realmente bom e, como prova disso, é endossado por figurões da música brasileira como Mú Carvalho (Cor do Som), Arnaldo Baptista (ex-Mutantes), Allex Bessa (Rita Lee, ex-O Terço), Eloy Fritsch (Apocalypse) e vários outros. Além disso, custa cerca de 1/3 do valor dos similares importados, já que enquanto um VK-8 da Roland beira os R$ 7mil, o TX-5 Classic sai na faixa dos R$ 3mil, tornando, definitivamente, o som do órgão Hammond acessível para qualquer um.

Vídeos no YouTube

Dicas sobre como tocar órgão Hammond (com caixa Leslie): Vídeo 1 | Vídeo 2

Demo de Hammond e Leslie

Jon Lord (Deep Purple) no California Jam 1974

Keith Emerson (ELP) “atacando” seu Hammond, no Royal Albert Hall (1993)

Maiores informações:
Hammond Organs & Leslie Cabinets – http://www.hammondsuzuki.com
The Hammond Zone – http://www.hammond-organ.com
Hammond Brasil – http://www.hammond.com.br
Tokai – http://www.tokai.com.br

PUBLICADO NO SITE WHIPLASH.NET

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